HOME

Home

Segurança digital é tema de oficina para mulheres em Salvador

Saiu no site CORREIO

 

Veja publicação original: Segurança digital é tema de oficina para mulheres em Salvador

.

Cada encontro tem duração de quatro horas, com certificação da Universidade Federal da Bahia

.

A utilização segura da internet e das redes sociais serão discutidas com mulheres moradoras do bairro de Santa Cruz, em Salvador. Na próxima segunda-feira (5), a partir das 14h, acontece a abertura da Oficina para mulheres: aprendendo a usar o celular com segurança. O primeiro encontro terá como tema Vídeo de celular para empoderamento feminino e defesa comunitária e contará com a presença da titular da SPM-BA, Julieta Palmeira.

.

Realizada pelo Grupo de Pesquisa em Gênero, Tecnologias Digitais e Cultura da UFBA – Gig@, a iniciativa faz parte do Projeto Mulher Olho de Peixe, coordenado pela professora doutora Graciela Natansohn da Faculdade de Comunicação. As oficinas contam com apoio da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA) e serão realizadas na União Santa Cruz, localizada na rua Dr. Armando Colavolpe, 42, bairro Santa Cruz.

.

O projeto é voltado para mulheres de bairros populares, cuja aproximação com a internet se dá, na maioria das vezes, por meio de aparelhos celulares. Durante os encontros, as participantes poderão demonstrar de que forma utilizam as redes sociais, falar sobre suas dificuldades, obstáculos e facilitadores.

.

Além disso, as oficinas promoverão a reflexão sobre os riscos e vantagens do uso das redes sociais e alertarão para o combate à violência de gênero na internet. Cada encontro tem duração de quatro horas, com certificação da Universidade Federal da Bahia.

.

.

Programação

.

  • 05 e 07/11 – Vídeo de celular para empoderamento feminino e defesa comunitária
  • 09/11 – Uso seguro do celular
  • 12/11 – Como fazer selfies (foto e vídeo) com segurança
  • 14/11 – Como usar redes sociais com segurança (facebook, instagram, youtube)
  • A combinar – Tecnologias vestíveis: bijuteria, roupas e acessórios com aplicações eletrônicas

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME