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Jovem escuta pedido de socorro da mãe e mata o namorado dela

Saiu no site CORREIO BRAZILIENSE

 

Veja publicação original:    Jovem escuta pedido de socorro da mãe e mata o namorado dela

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Mãe do autor do homicídio já tinha recebido medida protetiva contra Edson Alves dos Santos, 35 anos. Ele chegou a ser preso por 19 dias por violência doméstica

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Por Isa Stacciarini

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Um jovem de 21 anos matou o namorado da mãe com um golpe conhecido como mata-leão. O crime ocorreu por volta das 19h20 desta terça-feira (21/5), no condomínio Paranoá Parque. De acordo com a Polícia Civil, Edson Alves dos Santos, 35 anos, estava na casa da companheira, de 38 anos, quando começou uma discussão entre o casal. O homem empurrou a mulher no sofá e a segurou pelo pescoço. Ela gritou por socorro e o filho ouviu.

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Ao encontrar com Edson na sala, o filho começou a questioná-lo e houve um desentendimento entre os dois. Ambos se agrediram e o rapaz deu um mata-leão no agressor. Com medo, a mulher acionou a Polícia Militar e, logo depois, o Corpo de Bombeiros, mas, quando o socorro chegou, Edson não tinha mais sinais vitais.

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Em depoimento à Polícia Civil, a mulher contou que se relacionava com Edson havia cerca de sete meses, mas, nesse tempo, chegou a ser vítima de agressões e ameaças. Por causa da denúncia da namorada, o homem ficou preso por 19 dias e ela recebeu medida protetiva, mas o casal reatou o relacionamento após o companheiro deixar a carceragem.

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Em liberdade, Edson agrediu novamente a namorada com uma mordida na coxa. Ele também chegou a ameaçar o vizinho com um facão por causa de ciúmes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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