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No AC, lei cria patrulha para atender mulheres vítimas de violência doméstica no AC

Saiu no site G1

 

Veja publicação original:  No AC, lei cria patrulha para atender mulheres vítimas de violência doméstica no AC

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Lei garante prevenção, atendimento e acompanhamento das vítimas de violência doméstica e familiar. Texto do decreto foi publicado no DOE com as diretrizes das ações.

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O Projeto Patrulha da Maria da Penha, criado para ajudar mulheres a denunciar os casos de violência doméstica e familiar, virou lei. O texto do decreto foi publicado no Diário Oficial do Acre (DOE), nesta terça-feira (21).

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A lei de número 3.473 criou a solução “Botão da Vida” e foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) no último dia 8, em Rio Branco.

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O aplicativo vai atender inicialmente mulheres que estão com medidas protetivas e permite que alertas sejam enviados para a polícia em caso de ameaça ou agressão pelo marido ou companheiro que cumpre algum tipo de medida de proteção de sua companheira.

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O aplicativo deve estar disponível em breve também na plataforma iOS e vai auxiliar na ação do Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC), Governo do Estado do Acre, Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ-AC), Ordem dos Advogados do Brasil – secção Acre (OAB-AC), e nas ações da Polícia Militar (PM-AC).

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Diretrizes

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O texto do decreto destaca que a coordenação da patrulha fica sob a responsabilidade da Polícia Militar do Acre (PM-AC) e da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp).

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Os servidores que vão participar da ação devem receber treinamentos com atuações na Lei Maria da Penha. Além de atender as vítimas e desenvolver ações de prevenção, a lei garante que seja dado todo acompanhamento para as vítimas de violência doméstica e familiar.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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