HOME

Home

Ana Maria Braga apoia repórter assediada na Rússia: “Temos que reagir”

Saiu no site UNIVERSA:

 

Veja publicação original: Ana Maria Braga apoia repórter assediada na Rússia: “Temos que reagir”

.

Um dia depois de ser assediada durante transmissão ao vivo, a repórter da Globo Júlia Guimarães apareceu no “Mais Você” desta segunda-feira (25) para conversar com Ana Maria Braga sobre o ocorrido.

.

No último domingo (24), um torcedor russo tentou beijá-la à força em frente às câmeras, enquanto ela trabalhava em Ecaterinburgo, na Rússia. “Estou realizando um sonho. É minha primeira vez na Copa do Mundo e infelizmente passei por esse episódio”.

.

À Ana Maria, a jornalista disse que se surpreendeu com a própria reação e espera que a atitude seja exemplo para outras mulheres da profissão.

.

A apresentadora elogiou a postura da profissional e aproveitou para passar uma mensagem de incentivo a mulheres que passam pela mesma situação: “Esse é um problema que não tem nacionalidade. Não tem país. É uma postura machista que deve ser reagida. A gente tem que reagir”.

 

 

 

.

.

.

.

.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

Categorias

HOME