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Homem é condenado a mais de 38 anos de prisão por feminicídio da ex-companheira morta a facada no Bosque dos Buritis

Saiu no site G1

Segundo as investigações da Polícia Civil, o crime foi cometido por ele não aceitar o fim do relacionamento de oito meses com a vítima. Crime foi cometido em novembro de 2025.

Johnatan Rodrigues Barbosa foi condenado a 38 anos e quatro meses de prisão pelo feminicídio da ex-companheira Cleidslane Henrique de Oliveira, de 41 anos, morta a facadas no Bosque dos Buritis, em Goiânia. Segundo as investigações da Polícia Civil, o crime foi cometido por ele não aceitar o fim do relacionamento de oito meses com a vítima.

Conduzido pelo juiz Lourival Machado da Costa, o julgamento aconteceu na quarta-feira (2). Ao g1, a Defensoria Pública de Goiás (DPE) informou que compriu com o dever de garantir a defesa de Johnatan e que só se manifestará sobre o caso nos autos do processo. O juiz determinou a pena-base de 23 anos de prisão, com atenuante por ele ter confessado, e acrescentou mais 15 anos por motivo torpe e pela vítima não ter tido oportunidade de se defender.

Relembre o caso

Johnatan matou Cleidslane com golpe de faca no tórax em novembro de 2025, no Bosque dos Buritis, no Setor Oeste. A vítima morreu no local do crime. Segundo a Polícia Civil, Johnatan foi preso em flagrante em seguida, após ser abordado por policiais com manchas de sangue pelo corpo e pela roupa que usava.

Ele confessou o crime no momento da prisão e assumiu que matou Cleidslane em razão do fim do relacionamento. Na época, a delegada responsável pela investigação, Gabriela Adas, contou que Johnatan era possessivo, além de não contribuir com as despesas da casa.

“O autor era muito possessivo e ciumento, e cometeu o crime por não se conformar com o término do relacionamento”, relatou. No momento da prisão, Johnatan usava uma tornozeleira eletrônica. Segundo a Polícia Militar, ele e a vítima tinham registro criminal por tráfico de drogas.

NOTA DA DEFENSORIA PÚBLICA

A Defensoria Pública do Estado de Goiás informa que representa o acusado, cumprindo seu dever legal e constitucional de garantir a defesa de pessoas que não tenham condições de pagar por um profissional particular.

A defesa se manifestará somente nos autos do processo e não comentará o caso.

 

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A Polícia Civil cumpriu, nessa terça-feira (20.10), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 44 anos, investigado pela prática reiterada de crimes de violência doméstica e familiar contra sua companheira, de 49 anos, bem como pelo constante descumprimento de medidas protetivas de urgência. O suspeito já havia sido preso anteriormente pela equipe da Delegacia de Nobres por agredir e ameaçar a ex-companheira no dia 14 de outubro. No dia foram concedidas medidas protetivas de urgência, com o intuito de garantir a integridade física e psicológica da vítima. No entanto, o investigado, demonstrando total desrespeito às ordens judiciais, voltou a praticar novos atos de violência física e psicológica contra a vítima, violando a distância fixada judicialmente. Diante da gravidade dos fatos e da necessidade de garantir a segurança da vítima, o delegado titular da Delegacia de Nobres, Marcus Vinícius Ferreira Silva, representou pela prisão preventiva do agressor. O pedido foi acolhido, o mandado foi expedido pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Nobres e o suspeito preso pela equipe da Delegacia de Nobres, ficando à disposição da Justiça.

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