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25 mulheres poderosas que mudaram a história

Saiu no hypeness.

Veja a Publicação Original. Não poder votar, não poder usar uma saia curta, não poder sair sozinha de casa ou não poder estudar só por ser uma mulher. Se isso parece absurdo para você hoje, saiba que todas essas mudanças ocorreram graças a mulheres corajosas e poderosas, que devotaram boa parte de suas vidas para mudar a história e permitir que você possa fazer tudo isso, hoje, sem um olhar de reprovação – ou pelo menos é assim que deveria ser.

A conquista da mulher pela igualdade nos leva além dos anos 1900 e nos conta histórias chocantes e inspiradoras. Conheça 25 mulheres cujas ações mudaram o rumo do mundo e foram fundamentais para o empoderamento de um sexo que pode ser tudo, menos frágil.

 

Confira:

1. Maud Wagner, a primeira tatuadora dos Estados Unidos – 1907

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2. Sarla Thakral, a primeira indiana a conquistar uma licença para pilotar – 1936

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Veja no site original 

 

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“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

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