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WeWork terá mulher em conselho de administração após reação negativa

Saiu no site JORNAL DO BRASIL

 

Veja publicação original:   WeWork terá mulher em conselho de administração após reação negativa

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A The We Company, proprietária da WeWork, disse nesta quarta-feira que irá adicionar uma mulher, Frances Frei, ao seu conselho de administração e revogou um pagamento de 5,9 milhões de dólares ao seu presidente-executivo pelo direitos da marca “We” antes da oferta pública inicial da empresa.

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As medidas foram tomadas após críticas ao pedido de abertura de capital da We Company no mês passado, que mostrou que a empresa planejava ir a público com um conselho de administração totalmente masculino e divulgou o pagamento à empresa do presidente-executivo Adam Neumann.

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“Frances Frei se juntará ao nosso conselho de administração após a conclusão desta oferta”, disse a empresa em um documento alterado para seu IPO. “Atualmente, ela é professora de gerenciamento de tecnologia e operações na Harvard Business School e presta serviços de consultoria de recursos humanos para a The We Company desde março de 2019”.

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Originalmente, a We Company planejava se tornar pública com um conselho de sete membros homens, uma prática que grandes investidores, como a BlackRock, desaprovam.

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A We Company, sediada em Nova York, fundada em 2010, viu sua receita dobrar para 1,54 bilhão de dólares no primeiro semestre deste ano, embora seu prejuízo tenha sido 25% maior no período do que no ano anterior, em 900 milhões de dólares.

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Liderada pelo cofundador Adam Neumann, a empresa pretende abrir capital em um cenário turbulento de mercado, com a disputa comercial EUA-China contribuindo para o pior agosto de quatro anos em ações de Wall Street.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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