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”Roda de Diálogo” empodera mulheres contra a violência doméstica em Campina Grande

Saiu no site PARAÍBA ONLINE

 

Veja publicação original: ”Roda de Diálogo” empodera mulheres contra a violência doméstica em Campina Grande

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Na manhã deste domingo (02) irá acontecer em Campina Grande o evento ”Roda de Diálogo”, para debater o trabalho doméstico e as diversas formas de violência contra a mulher.

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O evento acontecerá no Sindicato das Trabalhadoras Domésticas (SINTRAD), localizado no bairro São José.

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– A importância do evento é dar empoderamento para as mulheres, para que elas busquem ajuda, não silenciem e conheçam vários órgãos que estão na luta com elas contra a violência. A intenção é chegar ao maior número de mulheres que sejam vítimas ds violência doméstica, psicológica, sexual, patrimonial, física, e até a violência obstétrica – disse Chirlene Brito, uma das organizadoras do evento.

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O evento começará às 8h da manhã com uma roda de conversa que contará com a presença de Jô Oliveira, que fará um levantamento do índice da violência contra a mulher e também abordando o recorte social da mulher negra, que é uma vítima dupla por conta do racismo.

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As organizadoras pretendem explicar mais sobre o Sindicato das Trabalhadoras Domésticas para que as mulheres se sintam acolhidas.

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Haverá um debate envolvendo todas as questões sobre como trabalhar a autoestima e também como se defender dos agressores.

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O evento se encerrará com uma celebração entre as mulheres.

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A inscrição será feita na hora do evento de maneira gratuita.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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