HOME

Home

Primeira menina negra da ‘Turma da Mônica’ inspira coleção criada pela Lab Fantasma

Saiu no site INSTITUTO GELEDÉS

 

Veja publicação original: Primeira menina negra da ‘Turma da Mônica’ inspira coleção criada pela Lab Fantasma

.

Em parceria com a Mauricio de Sousa Produções, a LAB Fantasma, produtora multimídia e marca de roupas de Emicida, lançou uma coleção inspirada em Milena – primeira personagem negra da ‘Turma da Mônica’

.

Por Yuri Ferreira

.

A coleção ‘Donas da Rua’ tem um tom forte de empoderamento feminino e negro, e é toda baseada nas histórias de Milena, Magali e Mônica. Milena foi introduzida na turma mais icônica dos gibis brasileiros no ano passado e já está estampada em uma das principais grifes brasileiras.

.

“Milena foi criada para reforçar a representatividade das meninas negras nos quadrinhos, animações e eventos live action, para que elas se vejam nas histórias e saibam desde cedo que são Donas da Rua”, disse Monica Sousa, filha de Mauricio de Sousa e uma das cabeças por trás da produtora.

.

Após 40 anos de publicação dos gibis, Milena foi a primeira personagem negra dos quadrinhos de Mauiício de Sousa. Sua família foi introduzida nesse ano, quando a menina – que é fã de futebol e tem uma autoestima muito grande -, ganhou a capa dos gibis mais famosos do país.

.

A LAB Fantasma já está vendendo as peças em seu site oficial. As peças vão desde quepes e bonés até camisetas e moletoms. O preço inicial dos modelitos é R$89,90.

.

“Inspirada nas tendências mais atuais, a coleção Donas da Rua foi feita para quem assim como a Milena tem confiança e autoestima para saber que é heroína da sua própria vida”, afirmou a LAB em nota oficial de divulgação da campanha nas redes sociais.

.

.

Confira a publicação oficial da marca nas redes sociais:

.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

 


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME