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ONU Mulheres promove em São Paulo debate sobre masculinidades pela igualdade de gênero

Saiu no site ONU BRASIL

 

Veja publicação original: ONU Mulheres promove em São Paulo debate sobre masculinidades pela igualdade de gênero

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Masculinidades pela Igualdade de Gênero é o tema do Diálogos #ElesPorElas, que acontece nesta quinta-feira (27), das 14h às 17h30, em São Paulo. O evento marca o quarto aniversário do movimento #ElesPorElas (#HeForShe, no original em inglês), criado pela ONU Mulheres para engajar homens e meninos na defesa dos direitos das mulheres e meninas. Inscrições são gratuitas. Também será possível acompanhar o encontro ao vivo pela internet.

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Imagem: ONU Mulheres/Movimento ElesPorElas

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Masculinidades pela Igualdade de Gênero é o tema do Diálogos #ElesPorElas, que acontece nesta quinta-feira (27), das 14h às 17h30, em São Paulo. O evento marca o quarto aniversário do movimento #ElesPorElas (#HeForShe, no original em inglês), criado pela ONU Mulheres para engajar homens e meninos na defesa dos direitos das mulheres e meninas. Inscrições são gratuitas. Também será possível acompanhar o encontro ao vivo pela internet.

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Apoiado pelo secretário-geral das Nações Unidas, o movimento ElesPorElas tem como uma de suas principais mobilizadoras a atriz britânica e embaixadora global da ONU Mulheres, Emma Watson. A iniciativa é voltada para todas e todos e promove uma visão compartilhada de que a igualdade de gênero é uma questão de justiça e benefício para todos os seres humanos.

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No Brasil, nos últimos quatro anos, o movimento ElesPorElas tem engajado diferentes públicos, tanto nas universidades, como nos meios de comunicação. Artistas, esportistas, empresas e instituições públicas e privadas têm apoiado ações pela igualdade de gênero.

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Debates plurais – A abertura do Diálogos #ElesPorElas terá a participação de Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil, e de Manzar Feres, vice-presidente de Vendas e Marketing da Serasa Experian.

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Em seguida, evento promoverá duas rodadas de discussões. A primeira “Masculinidades e Igualdade de Gênero” terá a presença de Nadine Gasman; Prislaine Krodi dos Santos, do escritório USP Mulheres; e Daniel Teixeira, do CEERT – Centro de Estudos das Relações Raciais e de Trabalho, entidade vinculada à Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras. Na pauta do debate, estarão os temas: os quatro anos do Movimento ElesPorElas, a pesquisa Interações Sociais na USP sobre relações de gênero, raça e outra; e os desafios para as masculinidades negras.

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A segunda rodada “Novas Práticas de Masculinidades” abordará iniciativas que têm trazido os homens para o debate sobre as relações de gênero, masculinidades e eliminação da violência contra as mulheres. Os temas serão articulados por Guilherme Valadares, do Papo de Homem; Patrícia Molino, sócia responsável pelo Departamento de Assessoria em Gestão de Recursos Humanos na KPMG no Brasil; e Marcelo Pimenta, diretor de Data Lab da Serasa.

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O evento é aberto ao público e terá transmissão ao vivo pela internet. Assista pelo link: bit.ly/ElesPorElas_aovivo.

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As inscrições podem ser feitas em: bit.ly/ElesPorElas_Dialogos (vagas limitadas a 100 pessoas).

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A atividade é organizada pelo Comitê Nacional Impulsor ElesPorElas – HeForShe Brasil e pela ONU Mulheres Brasil, com apoio institucional da Serasa Experian.

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Movimento #ElesPorElas – HeForShe – O mundo está num momento de mudanças. Em todos os lugares, as pessoas entendem e apoiam a ideia da igualdade de gênero. Elas sabem que não é apenas uma questão das mulheres e sim, um assunto de direitos humanos. Quando essas vozes poderosas forem ouvidas, elas irão mudar o mundo. A hora da mudança é agora.

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O Movimento ElesPorElas está convidando pessoas do mundo inteiro para juntas criarem uma força visível e corajosa pela igualdade de gênero.

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Uma das principais formas de adesão é pela plataforma heforshe.org/pt, que tem mais de 1,7 milhão de adesões e 1,3 bilhão de conversas públicas. No Brasil, quase 63 mil pessoas já demostraram apoio ao movimento por meio da adesão online.

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4º aniversário do Movimento ElesPorElas
Diálogos #ElesPorElas – Masculinidades pela Igualdade de Gênero

Data: 27 de setembro de 2018
Horário: das 14h às 17h30
Local: Auditório da Serasa Experian (Alameda dos Quinimuras, 187) – São Paulo/SP
RSVP: bit.ly/ElesPorElas_dialogos

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PROGRAMAÇÃO

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14h – Abertura

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14h05 – Boas-vindas – Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil

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14h10 – Boas-vindas – Manzar Feres, vice-presidente de Vendas e Marketing da Serasa Experian

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Rodada: Masculinidades e Igualdade de Gênero
Das 14h25 às 15h30

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4 anos do Movimento #ElesPorElas
Nadine Gasman – ONU Mulheres

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Interações na USP e o Impacto 10x10x10 do ElesPorElas
Prislaine Krodi dos Santos – USP Mulheres/Comitê ElesPorElas

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Masculinidades e Enfrentamento do Racismo
Daniel Teixeira – CEERT-AMNB/Comitê ElesPorElas

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15h30 – Debate

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16h – Coffee break

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Rodada: Novas Práticas de Masculinidades
Das 16h15 às 17h30

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Masculinidades nas Empresas
Patrícia Molino – KPMG/Comitê ElesPorElas

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Desconstrução de Gênero e Novas Masculinidades
Marcelo Pimenta – Serasa Experian

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Precisamos falar com os homens? Uma jornada pela igualdade de gênero
Guilherme Valadares – Papo de Homen/Comitê ElesPorElas

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17h – Debate

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17h30 – Encerramento

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Informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação da ONU Mulheres Brasil
Isabel Clavelin – 61 3038 9140 / 98175 6315
isabel.clavelin@unwomen.org

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Assessoria de Imprensa da Serasa Experian
Viviane Evangelista – 11 2847 8456 / 99651 8530
viviane.evangelista@br.experian.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Preliminares rejeitadas Ao analisar o caso, a relatora, desembargadora Lucimeire Maria da Silva, afastou inicialmente a alegação de inépcia da inicial. Segundo a magistrada, a petição apresentou de forma lógica a causa de pedir e os fatos e fundamentos jurídicos necessários ao exercício do contraditório. Também rejeitou a alegação de cerceamento de defesa. O voto destacou que os réus participaram virtualmente da audiência e tiveram oportunidade de prestar depoimento pessoal, mas a produção da prova foi inviabilizada por eles próprios. Conforme registrado na ata, os réus foram instados três vezes a abrir a câmera. Quando um deles finalmente o fez, constatou-se que ambos estavam no mesmo ambiente. Mesmo após duas determinações para que permanecessem separados, de modo a preservar a incomunicabilidade entre os depoentes, eles não atenderam à ordem. Provas da espionagem No mérito, a desembargadora afastou a alegação de insuficiência de provas. Além da perícia realizada no aparelho, destacou os depoimentos que descreveram como ocorreu a instalação do programa e a forma de acesso às informações. Conforme ressaltou, tanto a vítima quanto os informantes afirmaram que os réus chegaram a mostrar à mulher informações e imagens obtidas pelo aplicativo, em uma espécie de intimidação. Para a relatora, o conjunto probatório demonstrou suficientemente que a mulher foi submetida a reiterada perseguição pelo ex-companheiro e pelo filho, que instalaram o aplicativo para monitorar suas ligações, localização e outros dados pessoais. Violação da intimidade Ao analisar a responsabilidade civil, a magistrada considerou que o monitoramento clandestino representou ingerência abusiva na esfera privada da mulher e violou direitos da personalidade, especialmente a intimidade, a vida privada e a liberdade individual. Segundo o voto, a instalação de mecanismo de vigilância sem consentimento caracterizou ato ilícito, nos termos do art. 186 do CC. Comprovados também o dano e o nexo causal, incidiu o dever de indenizar previsto no art. 927. A relatora o dano moral in re ipsa. De acordo com ela, a gravidade da violação à esfera íntima torna desnecessária a demonstração específica do prejuízo. Conforme afirmou, a vigilância constante, mediante interceptação de dados pessoais e monitoramento da rotina, ultrapassou mero dissabor e atingiu a dignidade, a autonomia e a segurança emocional da vítima. Violência doméstica Outro ponto destacado foi o enquadramento da conduta na lei Maria da Penha. Para a magistrada, o vínculo familiar não reduz a gravidade dos fatos, ao contrário, aumenta a reprovabilidade do comportamento, diante dos deveres de lealdade, respeito e proteção esperados nas relações familiares. A relatora observou que a instalação do aplicativo para acompanhar comunicações, deslocamentos e a rotina da mulher constitui forma de controle abusivo e invasivo no âmbito familiar. Assim, enquadrou a prática nas modalidades de violência psicológica e moral previstas no art. 7º da lei 11.340/06. Segundo o voto, a vigilância clandestina submeteu a vítima a situação de permanente controle e violação de sua esfera íntima, afetando diretamente sua liberdade e integridade psíquica. “A utilização de mecanismos tecnológicos para vigilância não autorizada intensifica a reprovabilidade do comportamento, evidenciando dolo e deliberada intenção de controle”, registrou. Indenização majorada Ao examinar o recurso da vítima, a relatora concluiu que os R$ 5 mil fixados contra cada réu eram insuficientes diante das circunstâncias do caso. Segundo o voto, a definição do dano moral deve considerar a situação das partes, a extensão do dano e a gravidade da culpa, além de observar os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, sem permitir enriquecimento sem causa nem reduzir a condenação a montante incapaz de cumprir sua função preventiva e corretiva. No caso, a desembargadora classificou a conduta dos réus como “extremamente reprovável” e destacou o real constrangimento imposto à vítima. Assim, fixou a reparação em R$ 6 mil por réu, totalizando R$ 12 mil, valor considerado mais adequado para compensar a violação aos direitos da personalidade e desestimular novos atos ilícitos. O entendimento foi acompanhado pelo colegiado. Processo: 0710401-64.2022.8.07.0005 Epa! Vimos que você copiou o texto. Sem problemas, desde que cite o link: https://www.migalhas.com.br/quentes/462340/filho-e-ex-indenizarao-por-espionar-celular-de-mulher-apos-termino

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