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Número de mulheres que operam máquinas agrícolas aumenta em MT

Saiu no site G1

 

Veja publicação original: Número de mulheres que operam máquinas agrícolas aumenta em MT

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Porém, mulheres ainda representam menos de 10% do total de trabalhadores nessa função. Treze mulheres foram selecionadas para fazer um curso para operar máquinas agrícolas em Campo Verde, quatro maior produtor agrícola do estado.

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Por Ianara Garcia

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O número de mulheres trabalhando com máquinas agrícolas aumentou em Mato Grosso., de acordo com a Federação dos Trabalhadores da Agricultura (Fetagri). No entanto, ainda representa menos de 10% na função.

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Treze mulheres foram selecionadas para fazer um curso para operar máquinas agrícolas em Campo Verde, a 139 km de Cuiabá, para aumentar a capacitação e oferecer oportunidades.

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Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município é o quarto maior produtor de Mato Grosso.

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Uma das integrantes do grupo Irene Guimarães contou que os cursos oferecidos para fazer treinamentos em máquinas agrícolas, são disponibilizados apenas para os homens.

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“É a minha chance, ainda mais quando eu soube que era apenas para as mulheres, porque geralmente tem apenas para os homens”, disse.

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Treze mulheres receberam capacitação para operar máquinas — Foto: TVCA/ ReproduçãoTreze mulheres receberam capacitação para operar máquinas — Foto: TVCA/ Reprodução

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A capacitação durou cinco dias com aulas teóricas e práticas oferecidas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), segundo o instrutor Hélio Lima Queiroz.

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“Elas tem que ter o conhecimento do funcionamento do trator, e dos recursos que esses tratores fornecem, para elas poderem utilizar durante o trabalho”, contou.

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Uma empresa decidiu promover o curso em que o objetivo é ter metade dos funcionários mulheres, em todos os setores da empresa, em até dois anos, segundo o coordenador de Recursos Humanos Vanderlino Vieira.

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Após o curso técnico, quatro mulheres foram contratadas pela empresa.

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“Hoje nós temos mulheres na pecuária, nas lavouras e no administrativo e a nossa tendência é aumentar a diversidade do grupo”, afirmou.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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