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Campanha mundial pelo fim da violência contra as mulheres terá ações em Cabo Frio, no RJ

Saiu no site G1

 

Veja publicação original: Campanha mundial pelo fim da violência contra as mulheres terá ações em Cabo Frio, no RJ

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Atividades começam nesta terça-feira (27), às 8h30, na sala de reuniões da Secretaria Municipal de Assistência Social, no bairro Braga.

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Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, vai receber atividades durante a campanha mundial “16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, a partir das 8h30 desta terça-feira (27). A abertura será na sala de reuniões da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), que fica na Rua Florisbela Rosa, s/n, no bairro Braga.

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Entre as atividades estão apresentações de teatro, coral de mulheres e palestras sobre defesa de direitos e pelo fim da violência contra as mulheres.

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De acordo com a Prefeitura, a campanha é realizada simultaneamente por diversos setores da sociedade civil e do poder público, engajados nesse enfrentamento. Várias atividades serão promovidas na sede do município e no distrito de Tamoios, pela Coordenadoria Geral dos Direitos da Mulher (Cogedim), vinculada à Secretaria Municipal de Assistência Social.

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A campanha é promovida anualmente pela Organização das Nações Unidas (ONU). Este ano destaca o tema “Pinte o Mundo de Laranja: #MeEscuteTambém”.

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Outras cidades do interior do Rio também terão programação durante a campanha.

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Confira a programação completa

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Terça-feira, 27 de novembro

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Das 8h30 às 12h, na sala de reuniões da Semas

  • Apresentações: Coral de mulheres e teatro
  • Palestras:
    – “Acolhimento a pessoas trans na rede” – Palestrante: Tatiana Crispim, primeira advogada trans da Região dos Lagos, pós-graduanda em Direito Militar pela UCAM (Universidade Cândido Mendes).
    – “Na luta contra a violência da mulher rural ” – Palestrante: Rejane Maria de Oliveira, presidente da Associação do Quilombo de Maria Joaquina.
    – “Violência doméstica: Enfrentamento à Transformação e a Estagnação” – Palestrante: Ana Paula S. dos Santos Silva, psicóloga, pós-graduanda em gestão, terapia e técnica do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam).

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Quarta-feira, 28 de novembro

Das 9h às 12h, na sala de reuniões da Semas

  • Palestra: “Violências interpessoais e autoprovocadas. Abordagem e instrumentalidade” – Palestrante: Mariléia Bezerra, mestre em política social pela Universidade Federal Fluminense (UFF Niterói –RJ)

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Sexta-feira, 07 de dezembro

Das 9h30 às 13h, na sala de reuniões da Semas

  • Palestra: “A importância dos Conselhos de Políticas Públicas para o cumprimento e efetivação dos direitos fundamentais”. Com Lianzi dos Santos Silva – assistente social e mestre em políticas sociais, secretária executiva do Conselho Municipal do Idoso – RJ, conselheira suplente do Conselho Municipal de Transporte e ex-conselheira do Conselho Municipal de Assistência Social CMAS-RJ

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Segunda-feira, 10 de dezembro

Das 8h às 15h, na Praça de Tamoios

  • Encerramento dos 16 Dias de Ativismo com participações da Unidade Móvel de Enfrentamento a Violência à Mulher do Estado do Rio de Janeiro, do Cras de Tamoios com dança de salão, coral e artesanato em fibras naturais, rodas de conversas sobre violência de gênero.

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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