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Mulher grávida é morta a golpes de enxada e namorado é preso; polícia diz que ele não queria assumir paternidade

Saiu no G1

Veja a Publicação original.

Uma mulher de 39 anos, que estava grávida, foi encontrada morta em Condeúba, cidade do sudoeste da Bahia, nesta quarta-feira (27). O namorado dela, de 55 anos, foi preso suspeito do crime. Segundo a polícia, ele teria matado Maria Betânia Barbosa para não assumir a paternidade da criança.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), a mulher estava desaparecida há sete dias.

A polícia ainda destacou que ela foi morta a golpes de enxada, teve o corpo esquartejado e enterrado em uma cova rasa, onde foi encontrado nesta quarta.

O homem teve prisão decretada e está à disposição da Justiça. A prisão foi feita pela 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), de Vitória da Conquista, que deu apoio nas investigações.

Veja mais notícias do estado no G1 Bahia.

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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