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Mulher encontrada morta em casa pediu medida protetiva; ordem não foi cumprida porque suspeito retomou convivência

Saiu no site G1

Em 2024, André de Lima Torres Pereira foi denunciado por outras duas vítimas, chegou a ser preso, mas foi colocado em liberdade. Crime aconteceu na manhã deste domingo (1º) na Zona Sul de São Paulo.

A mulher de 34 anos encontrada morta dentro de casa na manhã de domingo (1º), na Zona Sul de São Paulo, já havia solicitado uma medida protetiva contra o ex-namorado, principal suspeito do crime, mas a ordem não chegou a ser cumprida porque o homem retomou o convívio com a vítima.

Por esse motivo, não houve a formalização da intimação da medida protetiva pela Justiça de São Paulo. Em 2024, André de Lima Torres Pereira foi denunciado por outras duas vítimas, chegou a ser preso, mas foi colocado em liberdade. A defesa dele não foi localizada pela reportagem.

O caso é investigado por meio de inquérito policial instaurado pela 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) Sul, que já solicitou a prisão do suspeito e aguarda a decisão do Poder Judiciário.

A filha da vítima, de apenas 2 anos, também estava no imóvel e foi socorrida com sinais de violência, segundo o boletim de ocorrência.

De acordo com a polícia, a mulher foi encontrada nua, deitada, com marcas de agressão no rosto e coberta por um lençol. A criança estava sem roupa no berço, ao lado da cama, e foi encaminhada para atendimento médico para avaliação de possível violência sexual.

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania informou que o caso foi comunicado ao Conselho Tutelar de Vila Mariana, que está acompanhando a situação.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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