HOME

Home

Influencer Tia Má e o empoderamento negro

Saiu no Jornal de Jundiaí.

 

Veja  a Publicação original. Tia Maíra Azevedo é jornalista, tem 39 anos, ficou conhecida como Tia Má, ao começar a fazer vídeos de forma irreverente e sem compromisso, mas não é que os vídeos viralizaram? Com 800 mil seguidores, Tia Má extrapolou o eixo Rio-SP e dá conselhos, faz denúncias, escracha quem não tá nem aí com a honestidade e transparência no país todo.

Formada na Faculdade Dois de Julho (Salvador, Bahia), a digital influencer também é a autora do livro “Como se livrar de um Relacionamento Ordinário”. Tia Má usa suas páginas nas redes para falar de autoestima, empoderamento feminino, além propor reflexões sobre acontecimentos no campo social e racial. Além disso, tem quadro Você Viu?, no programa Encontro com Fátima Bernardes, na Rede Globo.

Mãe de um garoto de 12 anos, Tia Má recebeu a Hype grávida de 36 semanas de sua filha, em meio a mais uma polêmica que agitou as redes sociais sobre uma expressão que pode ter cunho racial, o famoso “passar o pano”.

Maíra não arredou. E sabe sim que terá de lutar para que sua filha tenha o espaço que merece. Por ela e por todas, Tia Má não vai descansar não. Vai tirar o sapatinho e pôr o pé no chão de quem não se tocou da situação. Axé, madrinha!

Veja Matéria Completa Aqui!

 

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME