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Documentário conta história de cooperativa de mulheres empreendedoras no Acre

Saiu no site G1

Veja publicação original: Documentário conta história de cooperativa de mulheres empreendedoras 

Um documentário produzido pelo diretor acreano Elenckey Pimentel traz relatos de um trabalho feito dentro da Cooperativa “Mãos de Mulher”, em Xapuri, no interior do Acre, onde mostra o cotidiano de mulheres empreendedoras que cresceram por meio do trabalho coletivo.

A estreia do curta metragem que tem duração de 28 minutos vai ser nesta sexta-feira (31), no Youtube, pelo canal da Associação de Cinema do Acre (Asacine), após quase dois anos de produção entre filmagens e edição.

As gravações foram feitas em dezembro de 2018, no ano seguinte ocorreu todo o trabalho de edição. A estreia que estava prevista para ocorrer na cidade de Xapuri teve que ser suspensa por causa da pandemia de Covid-19.

O diretor afirma que o objetivo do documentário é evidenciar a força que há nas ações da cooperativa e nas transformações de cada mulher ligada a ela.

“Elas são mulheres que estão trabalhando com produtos da nossa terra, giram a economia e têm essa mente empreendedora. Algumas são chefes de família e tem o fato de elas mesmas se sentirem independentes e ainda têm a ideia da mente empreendedora”, conta.

A ideia do filme é mostrar a criatividade, o vigor e a perseverança que acabou se tornando um ideal de vida inspirador de protagonistas de suas próprias histórias

A história é rica por contar trechos de vidas que tiveram conhecimentos passados de geração em geração, além de transformar tudo uma grande família.

A história é rica por contar trechos de vidas que tiveram conhecimentos passados de geração em geração, além de transformar tudo uma grande família.

“Isso não é simplesmente uma coisa que envolve comércio. São pessoas que quando se engajaram na cooperativa, passaram a ter uma vida diferente, melhor e tiveram uma perspectiva de vida diferente e se tornaram pessoas diferentes. Elas contam o que aprenderam, o que sabiam e ensinaram para os outros e tiveram essa troca de experiência dos mais novos com os mais velhos”, disse.

O diretor afirma que o objetivo é que o documentário seja um estímulo para incentivar essas pessoas e também para conseguir incentivo por parte do estado, que não consegue absolver todas as pessoas e a iniciativa privada é importante por causa disso.

Sobre a Cooperativa

A Cooperativa Mãos de Mulher Xapuri foi fundada em dezembro de 2005 e reúne empreendedoras da cidade que trabalham com artesanato em costura, colagens, crochê, esculturas em fibra, cerâmica, cosméticos naturais, serviços de alimentação como o café entre outros produtos.

São pelo menos 15 mulheres que fazem parte do grupo que têm o trabalho enviado para todo o Brasil. Além disso, elas trabalham mantendo a responsabilidade e cuidado com o meio ambiente por meio do uso sustentável dos recursos naturais.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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