HOME

Home

Mulher viaja quase dois mil quilômetros para encontrar pretendente em SC e sofre estupro

Saiu no site NC TOTAL

 

Vítima conseguiu enviar por mensagem a localização e os parentes acionaram a Polícia Militar

 

 

Uma mulher viajou quase dois mil quilômetros para encontrar um pretendente em Santa Catarina e acabou sofrendo vários estupros. Ela contou ainda que foi proibida pelo homem de sair da casa em Porto Belo e precisou pedir socorro à família, no Espirito Santo, para ser resgatada. A vítima conseguiu enviar por mensagem a localização aos parentes, que acionaram a Polícia Militar.

 

 

A mulher foi encontrada no último domingo (9). Junto com ela estava o homem apontado como agressor, contra o qual havia um mandado de prisão em aberto. Os dois foram levados à delegacia para prestar depoimento. A PM registrou o caso como cárcere privado, estupro e ameaça.

Os dois teriam se conhecido através das redes sociais e após algumas semanas de conversa o homem convidou a vítima para vir a SC conhecê-lo pessoalmente. Ele enviou a passagem e ela desembarcou em Navegantes no sábado (8). Logo foram juntos para uma casa em Porto Belo, onde a mulher contou que imediatamente foi obrigada a tirar as roupas e fazer sexo sem consentimento e sem camisinha.

Após mais de 24 horas sendo forçada a manter relações sexuais, bem como a limpar e cozinhar para o homem, ela conseguiu mandar a localização de onde estava para a família. Os parentes registraram um boletim de ocorrência e ligaram para a PM em Santa Catarina. Uma viatura chegou a ser enviada ao local indicado, mas não encontrou ninguém.

 

 

Ainda no domingo, o celular da mulher indicou uma nova localização e a polícia catarinense conseguiu resgatá-la. O homem estava junto com ela e ao ter o nome consultado no sistema os agentes descobriram se tratar de um foragido da Justiça. A Polícia Civil ficou responsável por apurar o caso.

Quem são os criminosos foragidos mais procurados de SC

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME