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Mulheres dividem lições de vida fundamentais compreendidas apenas aos 40 anos

Saiu no site hypeness

 

Veja  aPublicação Original. Amadurecer enquanto ser humano não costuma ser um processo fácil. Leva tempo, reflexão e muito trabalho interno para entender ao menos algumas questões que nos afligem ao longo da vida. Uma usuária do Twitter (@GayatriiM) resolveu perguntar às suas seguidoras mulheres com mais de 40 anos que tipo de lições de vida elas demoraram a aprender. As respostas foram inspiradoras.

“Eu aprendi que os sacrifícios que você faz pelos outros são superestimados. No fim das contas, você vai ser responsabilizado pelas suas escolhas, especialmente por aqueles que você cuja parcela de responsabilidades você assumiu”, escreveu a criadora da thread.

Eu tenho menos de 40 anos, mas já nesta idade aprendi que não é necessário que você ‘ateie fogo em si’ para manter as outras pessoas aquecidas. Sua vida é sua, não a desperdice tentando ser o que os outros esperam que você seja. Não sacrifique sua felicidade para fazer todos felizes“, escreveu a usuária @geetanja

Talvez o amanhã não exista. Não deixe para fazer coisas que você quer fazer mais tarde. Faça-as agora“, colocou @DebeshiGooptu.

 

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“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

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