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6 documentários essencias para compreender o Feminismo

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA: 

 

Veja publicação original:  6 documentários essencias para compreender o Feminismo

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Por Anna Laura Moura

Estas produções possuem 100% de protagonismo feminino e falam de machismo, racismo e empoderamento

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feminismo é muito além de luta e empoderamento, afinal, é recheado de histórias e ícones femininos extremamente importantes para a emancipação das mulheres. Muitas dessas histórias foram retratadas em documentários, repletos de informação e representatividade.

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Selecionamos seis documentários para quem estiver procurando aprender mais sobre o movimento feminista e seus ícones.

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1 – What Happened, Miss Simone?

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A cantora Nina Simone conseguiu não só dinheiro e fama, como deixar a sua marca como mulher forte. Durante sua ascensão ela desejava algo a mais: aigualdade racial. Em gravações e imagens inéditas, esse documentário produzido pela Netflix conta sua história de luta e superação. Nina cantou músicas que exaltavam a luta da mulher negra, além de ter decidido não seguir os padrões que foram impostos à ela.

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2 – Malala

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A produção fala sobre Malala Yousafzai, que foi perseguida pelo Taliban e severamente ferida por um tiro na cabeça em 2012 quando voltava para casa em seu ônibus escolar, no Paquistão. Ela defendia a educação para meninas e o ataque a ela provocou protestos de simpatizantes em todo o mundo. Em 2014, por conta do seu engajamento para garantir o direito à educação feminina, Malala se tornou a pessoa mais jovem a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, aos 17 anos.

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3 – Quatro meninas – Uma História Real (4 Little Girls)

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A produção mostra um dos piores crimes envolvendo racismo na história dos Estados Unidos: durante o ápice dos movimentos dos direitos civis, uma bomba explode em uma igreja do Alabama e mata quatro meninas negras. O atentado foi realizado pela Ku Klux Klan, e o local da explosão era ponto de encontro comum de líderes de defesa dos direitos civis, como Martin Luther King. A morte de Denise McNair, Cynthia Wesley, Calore Robertson e Addie Mae Collinsrepresentou toda a violência racial e o descaso para com as mulheres.

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4 – Kbela

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Esse curta brasileiro fala sobre a resistência das mulheres negras e a força e simbologia por trás do uso do cabelo natural. A produção retrata o sofrimento delas para seguir ao padrão do liso, e mostra por quê a autoaceitação feminina é essencial e importante.

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5 – Clandestinas

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O documentário fala sobre a criminalização do aborto e conta histórias de mulheres que já abortaram por diversas razões, incluindo estupro, ausência de informação e de educação sexual. O aborto é um tema recorrente em diversos ambientes e é uma das principais pautas do feminismo, pois fala do controle da mulher sobre o próprio corpo.

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6 – Frida

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Este filme conta a história de Frida Khalo, uma das principais artistas do México, e um dos grandes nomes do feminismo. A artista passou por diversos problemas: desde sequelas da poliomelite e um acidente que a deixou com fraturas, a um relacionamento conturbado e abusivo com o pintor Diego Rivera. Apesar dos problemas, Frida conseguia transformar tudo em grandes obras artísticas.

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Preliminares rejeitadas Ao analisar o caso, a relatora, desembargadora Lucimeire Maria da Silva, afastou inicialmente a alegação de inépcia da inicial. Segundo a magistrada, a petição apresentou de forma lógica a causa de pedir e os fatos e fundamentos jurídicos necessários ao exercício do contraditório. Também rejeitou a alegação de cerceamento de defesa. O voto destacou que os réus participaram virtualmente da audiência e tiveram oportunidade de prestar depoimento pessoal, mas a produção da prova foi inviabilizada por eles próprios. Conforme registrado na ata, os réus foram instados três vezes a abrir a câmera. Quando um deles finalmente o fez, constatou-se que ambos estavam no mesmo ambiente. Mesmo após duas determinações para que permanecessem separados, de modo a preservar a incomunicabilidade entre os depoentes, eles não atenderam à ordem. Provas da espionagem No mérito, a desembargadora afastou a alegação de insuficiência de provas. Além da perícia realizada no aparelho, destacou os depoimentos que descreveram como ocorreu a instalação do programa e a forma de acesso às informações. Conforme ressaltou, tanto a vítima quanto os informantes afirmaram que os réus chegaram a mostrar à mulher informações e imagens obtidas pelo aplicativo, em uma espécie de intimidação. Para a relatora, o conjunto probatório demonstrou suficientemente que a mulher foi submetida a reiterada perseguição pelo ex-companheiro e pelo filho, que instalaram o aplicativo para monitorar suas ligações, localização e outros dados pessoais. Violação da intimidade Ao analisar a responsabilidade civil, a magistrada considerou que o monitoramento clandestino representou ingerência abusiva na esfera privada da mulher e violou direitos da personalidade, especialmente a intimidade, a vida privada e a liberdade individual. Segundo o voto, a instalação de mecanismo de vigilância sem consentimento caracterizou ato ilícito, nos termos do art. 186 do CC. Comprovados também o dano e o nexo causal, incidiu o dever de indenizar previsto no art. 927. A relatora o dano moral in re ipsa. De acordo com ela, a gravidade da violação à esfera íntima torna desnecessária a demonstração específica do prejuízo. Conforme afirmou, a vigilância constante, mediante interceptação de dados pessoais e monitoramento da rotina, ultrapassou mero dissabor e atingiu a dignidade, a autonomia e a segurança emocional da vítima. Violência doméstica Outro ponto destacado foi o enquadramento da conduta na lei Maria da Penha. Para a magistrada, o vínculo familiar não reduz a gravidade dos fatos, ao contrário, aumenta a reprovabilidade do comportamento, diante dos deveres de lealdade, respeito e proteção esperados nas relações familiares. A relatora observou que a instalação do aplicativo para acompanhar comunicações, deslocamentos e a rotina da mulher constitui forma de controle abusivo e invasivo no âmbito familiar. Assim, enquadrou a prática nas modalidades de violência psicológica e moral previstas no art. 7º da lei 11.340/06. Segundo o voto, a vigilância clandestina submeteu a vítima a situação de permanente controle e violação de sua esfera íntima, afetando diretamente sua liberdade e integridade psíquica. “A utilização de mecanismos tecnológicos para vigilância não autorizada intensifica a reprovabilidade do comportamento, evidenciando dolo e deliberada intenção de controle”, registrou. Indenização majorada Ao examinar o recurso da vítima, a relatora concluiu que os R$ 5 mil fixados contra cada réu eram insuficientes diante das circunstâncias do caso. Segundo o voto, a definição do dano moral deve considerar a situação das partes, a extensão do dano e a gravidade da culpa, além de observar os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, sem permitir enriquecimento sem causa nem reduzir a condenação a montante incapaz de cumprir sua função preventiva e corretiva. No caso, a desembargadora classificou a conduta dos réus como “extremamente reprovável” e destacou o real constrangimento imposto à vítima. Assim, fixou a reparação em R$ 6 mil por réu, totalizando R$ 12 mil, valor considerado mais adequado para compensar a violação aos direitos da personalidade e desestimular novos atos ilícitos. O entendimento foi acompanhado pelo colegiado. Processo: 0710401-64.2022.8.07.0005 Epa! Vimos que você copiou o texto. Sem problemas, desde que cite o link: https://www.migalhas.com.br/quentes/462340/filho-e-ex-indenizarao-por-espionar-celular-de-mulher-apos-termino

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