HOME

Home

“Depressão é um tormento”, diz Hayley Williams sobre sua saúde mental

Saiu no site UNIVERSA:

 

Veja publicação original: “Depressão é um tormento”, diz Hayley Williams sobre sua saúde mental

.

Meses depois da lançar o álbum “After Laughter”, Hayley Williams escreveu sobre saúde mental e as “muitas pressões” envolvendo sua banda Paramore – que quase se separou durante a produção da coletânea – a convite da revista norte-americana”Paper”.

.

Ela começa o texto descrevendo sua vida há três anos, quando estava de casamento marcado com o músico Chade Gilbert, da banda New Found  Glory.

.

“Havia um Grammy na estante da sala. Eu ia me casar, diminuir o ritmo construir um jardim, ter filhos e, quem sabe quando, produzir mais um álbum do Paramore”, escreveu a vocalista, que pediu a separação em 2017.

.

Até que, na sequência, ela fala sobre a saída do baterista Jeremy Davis da banda, em 2015. “Acordei daquele sonho com um companheiro a menos no grupo, outra luta sobre dinheiro e quem escreveu quais músicas”, lembra, mencionando as brigas internas que quase levaram o Paramore à separação em 2017.

.

A crise na banda e a separação de Gilbert levaram Hayley a um estado de tristeza profunda, que ela prefere não chamar de depressão.

.

“Eu não comi, não dormi e não dei risada por um longo tempo. Ainda estou hesitante em chamar esse sentimento de depressão. Mas depressão é um tormento”, desabafou.

.

.

“After Laughter”

.

O álbum, lançado em 2017, só saiu graças a um exercício de respeito mútuo entre os membros da banda. “Percebi que tínhamos dificuldade de respeitas o espaço e as questões de saúde mental do outro”, disse Hayley à “Paper”.

.

Segundo a vocalista, uma das músicas de “After Laughter”, o single “Rose-colored Boys”, trata justamente sobre o assunto: “É uma música sobre se sentir pressionado a olhar para o mundo com um olhar cego e otimista”.

.

.

.

.

.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME