HOME

Home

7 mulheres inventoras que mudaram a forma como você vive hoje

Saiu no site UNIVERSA:

 

Veja publicação original: 7 mulheres inventoras que mudaram a forma como você vive hoje

.

Se não fosse o trabalho e a imaginação destas mulheres, o computador, o bote salva-vidas, o aquecedor solar e até mesmo a cerveja, não fariam parte das nossas vidas. Advinha só quem foram as primeiras minas a pensar em cerveja? A resposta você encontra na lista abaixo.

.

.

Grace Murray Hopper

.

Foi ela quem desenvolveu a linguagem de programação Flow-Matic, a primeira a ser adaptada para o idioma inglês, nas décadas de 1940 e 1950, enquanto trabalhava como analista de sistemas da Marinha Americana. Essa linguagem, apesar de já extinta, serviu como base para a criação do COBOL (Common Business Oriented Language) – usado até os dias de hoje em processamento de bancos de dados comerciais.

.

Ela também foi a primeira pessoa a usar o termo “bug” para descrever uma falha em um sistema de computador, depois de encontrar uma traça real causando problemas na sua máquina.

.

.

Reprodução
Grace sentada em seu escritório no laboratório de computação de Harvard, em 1947Imagem: Reprodução

.

.

Ada Lovelace

.

Filha do poeta inglês Lord Byron, Ada foi incentivada desde pequena por sua mãe cientista a ser uma campeã de matemática. Trabalhou com o matemático Charles Babbage na Universidade de Londres, ajudando no seu projeto de “mecanismo analítico” (ou seja, o embrião do computador) desenvolvendo maneiras de programar a máquina com algoritmos matemáticos, ou seja, ela foi a a primeira “programadora” da história.

.

Reprodução
Imagem: Reprodução

.

.

Nancy Johnson

.

Ela inventou a máquina de sorvete em 1843, patenteando um projeto que ainda é usado atualmente, mesmo após o advento das máquinas de sorvete elétricas. Era uma espécie de congelador que funcionava com uma manivela e agitava uma mistura dos ingredientes. Na parte de baixo existia uma mistura de sal e gelo que ajudava ao congelamento. Foi esta a máquina percursora da produção industrial de sorvete.

.

.

Maria Beasely

.

Um dia, em 1882, ela olhou para o mar e disse: “Nada a ver isso das pessoas morrerem em acidentes de transporte marítimo”. E então ela inventou o bote salva-vidas. Beasely também inventou uma máquina para fazer barris e com isso ela ficou podre de rica.

.

.

Maria Telkes

.

Reprodução
Imagem: Reprodução

.

Húngura, a física e pioneira em energia solar Maria Telkes, se juntou com a igualmente habilidosa arquiteta Eleanor Raymond e em 1947 construíram a primeira casa aquecida inteiramente por energia solar. O imóvel foi construído em Massachusetts, nos Estados Unidos. Até o fim de sua carreira, ela recebeu várias patentes para seu trabalho.

.

.

As minas da Mesopotâmia

.

A historiadora da cerveja Jane Peyton afirma que as antigas mulheres da Mesopotâmia foram as primeiras a desenvolver, vender e até mesmo beber cerveja. Hoje em dia não tem como definir exatamente quem foi que, milhares de anos atrás, “inventou” a cerveja que conhecemos, mas as responsáveis pela fermentação de alimentos na idade antiga eram as mulheres.

.

.

Josephine Cochrane

.

A norte-americana Josephine Cochrane construiu a primeira máquina de lavar louça, em 1886, em Shelbyville. Ela era filha e neta de inventores e vendeu sua invenção para donos de hotéis, indo a reuniões escandalosamente desacompanhada de marido, irmão ou pai e por fim, abriu sua própria fábrica.

.

Reprodução
Imagem: Reprodução

 

 

 

.

.

.

.

.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME