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SAIBA COMO DENUNCIAR UMA VIOLÊNCIA ONLINE

Saiu no site THINK OLGA:

 

 

Veja publicação original: SAIBA COMO DENUNCIAR UMA VIOLÊNCIA ONLINE

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Você sabe como fazer uma denúncia caso seja vítima de violência online?
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Assim como no mundo offline, na internet você também tem direitos. O mundo virtual não é terra sem lei. Se você sofrer com agressões e assédios, for vítima de disseminação não consentida de fotos íntimas, ataques coordenados com discurso de ódio ou criação de perfis falsos, por exemplo, você pode denunciar.
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Mas cabe a você decidir se quer seguir com a denúncia formal, ou não. E para te ajudar, listamos nas imagens um passo a passo de como fazer essa denúncia.
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O guia faz parte da plataforma #ConexõesQueSalvam, parceria da Think Olga com o Facebook, que reúne informações para qualquer pessoa que queira ser agente de transformação no ambiente digital, além de recursos para vítimas de violência online e aqueles que as acolhem.
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Nós só acreditamos na construção de uma internet segura para as mulheres se houver a colaboração de todos que podem fazer sua parte para construir um ambiente digital mais seguro e acolhedor para todos e todas. Usuários, ONG’s, influenciadores, ativistas, iniciativa privada e poder público podem e devem se unir para prevenir, combater e punir a violência online contra as mulheres.
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É por isso que, ainda que você decida por não denunciar formalmente, nossa orientação é  dividir a sua situação com pessoas em quem você confia. Ter uma rede de suporte é importante para ter mais forças para seguir em frente.
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E não se esqueça que não importa qual o contexto da violência: a culpa NUNCA é sua.
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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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