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SAIBA SE VOCÊ JÁ SOFREU UMA VIOLÊNCIA ONLINE

Saiu no site THINK OLGA:

 

 

Veja publicação original: SAIBA SE VOCÊ JÁ SOFREU UMA VIOLÊNCIA ONLINE

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A ideia de que o ambiente virtual não é um “mundo real” faz com que a violência sofrida cotidianamente na internet por meninas e mulheres seja encarada como menos grave. A verdade é que a internet não é um mundo paralelo. Pelo contrário. Ela é um reflexo do que vivemos offline. É justamente essa falsa sensação de impunidade e anonimato que faz com que meninas e mulheres sejam cada vez mais expostas a violências dos mais diversos tipos na web. E, muitas vezes, com consequências ainda mais devastadoras.
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São meninas e mulheres que tiveram suas vidas transformadas, que tentaram o suicídio, que perderam emprego ou que precisaram mudar de cidade, por exemplo, depois de terem suas imagens íntimas expostas sem consentimento, que foram vítimas de perseguições, que sofreram agressão, ameaça ou intimidação. Discursos de ódio que se intensificam quando estão em cena outros fatores como raça, orientação sexual e classe social. E não são poucas mulheres, dados da ONU mostram que a cada dez mulheres conectadas à internet no mundo, pelo menos sete já sofreram algum tipo de violência online.
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Apesar do número alarmante de mulheres que já viveram violência online, na dinâmica da internet, identificar essa violência  nem sempre é fácil. É por isso que na plataforma #ConexõesQueSalvam, parceria entre a Think Olga e o Facebook, disponibilizamos um teste que pode ajudar você a saber se foi ou não foi vítima de violência online. Mas, caso você tenha se sentido ofendida com algum conteúdo online que não se enquadre em nenhuma das questões abaixo, não deixe de buscar ajuda.
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FAÇA O TESTE CLICANDO AQUI
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E não se esqueça que não importa qual o contexto da violência: a culpa NUNCA é sua.
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Seja você também um agente para uma internet mais acolhedora.
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#ConexõesQueSalvam
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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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