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Relações abusivas e violências contra a mulher são assuntos de evento da Justiça em Santana

Saiu no site G1

 

Veja publicação original:   Relações abusivas e violências contra a mulher são assuntos de evento da Justiça em Santana

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Programação terá rodas de conversa e audiências entre segunda-feira (19) e sexta-feira (23).

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O combate à violência contra a mulher e temas afins motivaram uma programação da Justiça que inicia na segunda-feira (19) e segue até sexta-feira (23) em Santana, a 17 quilômetros de Macapá. As atividades incluem falar de relacionamentos abusivos para jovens, conversar sobre medidas preventivas e ainda a realização de audiências.

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A 14ª Campanha Justiça Pela Paz em Casa conta com ações lideradas pelo Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca de Santana, do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap).

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Foram agendadas 25 audiências de instrução e julgamento ao longo da semana, cujos processos são relacionados à violência de gênero, processos de feminicídio ou de tentativa de homicídio contra mulheres; mas, segundo o judiciário, podem ser incluídos outros casos na lista, de acordo com a urgência, principalmente em casos de descumprimento de medida protetiva.

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Além disso, estão marcadas palestras e círculos de diálogos com mulheres e com homens que protagonizaram conflitos familiares.

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“Conseguimos mobilizar, desta forma, mulheres e homens da comunidade, dando a estas pessoas uma chance de desabafo e uma oportunidade de ampliar seu entendimento sobre o ciclo de violência, como reconhecê-lo e denunciá-lo”, disse a juíza Michelle Farias, titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Santana.

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Programação

14ª Semana da Campanha Justiça pela Paz em Casa, em Santana

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Dias: 19, 20, 21, 22 e 23 de agosto (de segunda-feira a sexta-feira)
Realização de Audiências
Local: Fórum de Santana

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Dia: 21 de agosto (quarta-feira)
Roda de Conversa sobre Relacionamento Abusivo
Público: adolescentes em geral
Hora: 9h
Local: Escola Estadual Profº Rodoval Borges (Travessa L-8 – Esquina C Avenida São Paulo, 5 Fonte Nova)

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Dia: 22 de agosto (quinta-feira)
Círculo de Diálogos do Projeto Transformando Trajetórias
Público: Homens em cumprimento de Medida Protetiva
Hora: 9h
Local: Fórum de Santana

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Dia: 23 de agosto (sexta-feira)
Juizado de Violência Doméstica: Dialogando com a Comunidade
Hora: 9h
Local: Centro de Referência de Atendimento à Mulher – CRAM Santana

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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