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Projeto de biografia de empreendedoras da periferia foi apresentado no Fiis

Saiu no site FOLHA DE S.PAULO

 

Veja publicação original:  Projeto de biografia de empreendedoras da periferia foi apresentado no Fiis

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Iniciativa de Sanofi e NBS Social Marketing teve lançamento no fim de novembro

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O projeto Biografias Colaborativas, que reúne histórias de cinco empreendedoras da periferia paulistana, foi apresentado no Fiis (Festival de Inovação e Impacto Social), realizado pela Folha, em parceria com a Turma do Bem e a Lunedi, entre 2 e 7 de novembro, em Poços de Caldas (MG) por Aline Pimenta, diretora da NBS Social Marketing, e Lais Drezza, coordenadora de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo Sanofi, que patrocinou as publicações por meio da Lei Rouanet.

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Em entrevista à TV Folha, elas falaram sobre a importância de jogar luz em temas como empoderamento feminino e equidade de gênero. “Quando se pensa em empreendedorismo o que vem ao imaginário ainda é a figura de um homem empreendedor. Então, para uma mulher empreendedora e negra na favela, as dificuldades são inúmeras”, afirmou Pimenta.

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“Fomos atrás dessas histórias porque sabíamos que essas histórias existiam e que eram riquíssimas e queríamos colocar um holofote nelas para que pudessem inspirar outras mulheres.” O projeto foi lançado no fim de novembro, em São Paulo.

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A iniciativa foi além e virou uma troca entre Sanofi e as empreendedoras protagonistas. “Essas mulheres do projeto vivenciam os valores que estão bem enraizados na nossa cultura, como coragem para inovar e para liderar, respeito, integridade, trabalho em equipe e o fato de que elas são CEOs das suas próprias empresas. Então, por que não trazer essas histórias inspiradoras para dentro da companhia e compartilhar com os nossos colaboradores?”, explicou  Drezza.

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Veja abaixo as entrevistas à TV Folha, concedidas durante o festival.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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