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Profissionais atendem vítimas de violência doméstica na ‘Sala Rosa’ em Poá

Saiu no site G1

 

Veja publicação original:   Profissionais atendem vítimas de violência doméstica na ‘Sala Rosa’ em Poá

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Três advogadas, duas assistentes sociais e uma psicóloga, são responsáveis por atender as vítimas. A Sala Rosa funciona dentro da Delegacia de Poá.

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Por Ana Karina e Leandro Melo

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A Sala Rosa, em Poá, oferece atendimento especializado para vítimas de violência doméstica. A iniciativa conta com três advogadas, duas assistentes sociais e uma psicóloga.

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De acordo com a Polícia Civil, na chegada à delegacia, as vítimas passam por uma triagem e logo após são encaminhadas para as profissionais da Sala Rosa.

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“Elas chegam muito fragilizadas com a autoestima baixa. Então a ideia é preservá-las e acolhê-las”, conta o delegado Eliardo Jordão.

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Segundo o delegado, enquanto as vítimas são atendidas, os policias realizam o serviço judiciário. “Por mês são instaurados cerca de 30 inquéritos”.

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As vítimas podem procurar a Sala Rosa dentro da Delegacia de Poá, o funcionamento é de segunda a sexta-feira das 9h às 17h.

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A delegacia fica na Avenida Antônio Massa, número 195, no centro de Poá.

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Profissionais atendem vítimas de violência doméstica na 'Sala Rosa' em Poá. — Foto: Reprodução/ TV Diário.

Profissionais atendem vítimas de violência doméstica na ‘Sala Rosa’ em Poá. — Foto: Reprodução/ TV Diário.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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