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Polícia Civil indicia treinador de futebol por abuso sexual de crianças, em Belo Horizonte

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Veja publicação original:  Polícia Civil indicia treinador de futebol por abuso sexual de crianças, em Belo Horizonte

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Por Rodolpho Bohrer

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito que investigou um treinador de 56 anos, denunciado por abuso sexual. As investigações identificaram oito vítimas, entre sete e 15 anos de idade. Sendo sete alunos, e uma menina, que costumava acompanhar os treinos em uma escola de futebol no bairro Braúnas, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte.

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No indiciamento, realizado pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), a delegada Ana Patrícia Ferreira França, aponta os crimes de estupro de vulnerável, assédio sexual e o crime previsto no artigo 241-D, §1º, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O crime consiste em facilitar ou induzir o acesso à criança de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica com o fim de com ela praticar ato libidinoso. Segundo a delegada, “se somadas as penas o acusado pode ser condenado por até 20 anos de reclusão”, explica Ana Patrícia.

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Além da oitiva de 13 envolvidos, o inquérito contém exames de corpo de delito, pedidos de perícias em equipamentos eletrônicos arrecadados no dia da prisão e após o cumprimento de mandado de busca e apreensão realizado na residência e no clube onde trabalhava. Na ocasião, foram apreendidos três celulares, um gabinete de computador, dois notebooks, cinco pen drives, quatro CDs, três DVDs e um cartão de memória que estão sob análise do Instituto de Criminalística e podem apontar outros crimes após conclusão da perícia.

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A prisão

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Após denúncia de um pai de aluno, em 13 de agosto, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva, que foi decretada na mesma data, e o suspeito encaminhado ao Sistema Prisional.

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As primeiras denúncias identificaram quatro vítimas entre 10 e 15 anos, que relataram que o suspeito levava presentes e, ás vezes, dava quantias entre R$ 5 e R$ 10 para que não contassem sobre os abusos. Os alunos contaram também que tudo acontecia no clube, antes ou após os treinos.

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* Com informações da Assessoria de Comunicação da Polícia Civil de Minas Gerais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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