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Patrulha Maria da Penha é um avanço NO combate à violência contra as mulheres

Saiu no site SURGIU 

 

Veja publicação original:  Patrulha Maria da Penha é um avanço NO combate à violência contra as mulheres

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Representando a Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO), o defensor público-geral Murilo da Costa Machado assinou nesta terça-feira, 18, Termo de Cooperação Técnica para a Implantação da Patrulha Maria da Penha no Estado do Tocantins.  O Termo sela o compromisso entre a DPE-TO e outras instituições (forças de segurança do governo do Estado, Poder Judiciário e Ministério Público Estadual) para efetivar essa importante ferramenta de prevenção à violência doméstica, e de segurança  às mulheres que solicitam medidas protetivas de seus agressores.

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O Termo foi assinado pelo Defensor Público-Geral no Tocantins e, ainda: pelo comandante geral da Polícia Militar do Estado do Tocantins (PMTO), coronel Jaizon Veras Barbosa; pelo secretário estadual da Segurança Pública, Heber Luiz Fidelis; pelo juiz auxiliar do Tribunal de Justiça, Esmar Custódio Vênio –  representando o presidente do referido Tribunal, desembargador Eurípedes Lamounier; e pela promotora de Justiça titular da 26ª Promotoria, Flávia Souza Rodrigues –  representando o Procurador Geral da Justiça,  José Omar de Almeida. A solenidade foi realizada no Quartel do Comando Geral (QCG) PMTO.

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Foto: André Araújo

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Para o Defensor Público-Geral, a união de forças a fim de implantar a Patrulha Maria da Penha é relevante para a efetivação de ações de combate à violência. Ele destaca, ainda, que a Defensoria Pública possui, entre os seus núcleos especializados, o de Defesa da Mulher, o Nudem, que realiza atendimento qualificado e assistência jurídica às mulheres que sofram qualquer tipo de violência.

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Coordenadora em substituição no Nudem, a defensora pública Elydia Leda Barros Monteiro também participou da solenidade e explicou porque a implantação da Patrulha Maria da Penha será um avanço no Tocantins: “Representa a possibilidade de dar visibilidade a esse problema como um problema grave que precisa ser resolvido, representa a junção, através de um instrumento, para buscarmos convênios e medidas para termos novas e melhores ferramentas de combate à violência doméstica, e representa o juntar de vários saberes, de vários olhares sobre esse problema para encontramos melhores caminhos para solucioná-lo”.

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Patrulha Maria da Penha

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A Patrulha é um mecanismo nacional de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica.  Por meio dela, policiais militares realizam visitas periódicas às vítimas de violência doméstica, em ações de caráter preventivo e ostensivo, a fim de acompanhar a integridade dessas vítimas e o cumprimento, por parte dos acusados, das medidas protetivas.

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Conforme informações divulgadas pela PMTO, profissionais da Polícia foram a outros Estados para conhecerem experiências relacionadas à Patrulha, o que resultou no Curso Nacional da Patrulha Maria da Penha, realizado no último mês de novembro, com a capacitação de policiais militares para o atendimento às vítimas de violência doméstica e familiar no Tocantins.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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