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Paradoxo na ciência: negros e mulheres inovam, mas são raros na academia.

Notícias - 16 de setembro de 2020

Tempo de leitura: 2min

Saiu no Site TILT

 

Veja a Publicação original. A falta de diversidade na ciência pode estar impedindo a humanidade de atingir alguns avanços científicos. Uma pesquisa da Universidade Stanford, uma das mais renomadas dos EUA, identificou um paradoxo entre diversidade e inovação: negros e mulheres produzem pesquisas mais inovadoras do que seus colegas brancos, mas seus estudos ganham menos destaque devido ao preconceito. Além disso, existem em menor quantidade porque os dois grupos estão pouco presentes na academia, por causa das várias barreiras de entrada. No Brasil, a cena se repete. Um levantamento recente mostra que apenas 15,4% dos alunos de pós-graduação do país são pretos ou pardos.

O estudo de Stanford analisou os conteúdos de 1,2 milhão de teses de doutorado de todas as áreas do conhecimento defendidas nos Estados Unidos entre 1977 e 2015. Para definir gênero e raça destes estudantes, eles cruzaram os dados das teses (nomes dos alunos, orientadores, áreas do conhecimento) com informações de censos demográficos realizados em 2000 e 2010 e os registros da agência que administra a previdência social nos Estados Unidos….

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