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ONU Mulheres seleciona, até 4/12, consultoria técnica para fortalecimento de proteção de defensoras de direitos humanos

Saiu no site ONU MULHERES

 

Veja publicação original: ONU Mulheres seleciona, até 4/12, consultoria técnica para fortalecimento de proteção de defensoras de direitos humanos

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A ONU Mulheres Brasil torna público o processo seletivo para a contratação de consultoria técnica para fortalecimento de estratégica de proteção para defensoras de direitos humanos. São habilidades requeridas para candidatura: Mestrado em área relacionada a direitos humanos e gênero; fluência em Português e Inglês; experiência profissional mínima de 10 anos na área de proteção a defensoras de direitos humanos; experiência internacional mínima de 5 anos na área de proteção a defensoras de direitos humanos; experiência profissional mínima de 5 anos com organizações da sociedade civil e movimentos sociais no Brasil; e conhecimento abrangente sobre gênero e direito internacional dos direitos humanos. São requisitos desejáveis: Publicações relacionadas à proteção das defensoras dos direitos humanos; experiência profissional acima de 10 anos na área de proteção a defensoras de direitos humanos; experiência internacional acima de 5 anos na área de proteção a defensoras de direitos humanos; e experiência profissional acima de 5 anos com organizações da sociedade civil e movimentos sociais no Brasil.

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As pessoas habilitadas deverão enviar currículo e proposta financeira, incluindo valor das parcelas por produto e o valor total da consultoria conforme a seção “Produtos, Cronograma e Pagamentos”, para o e-mail unwomenbra.hr@unwomen.org até 04/12/2018. Deverão especificar no assunto da mensagem: “Consultor/a Local – Fortalecimento de estratégias de proteção para defensoras dos direitos humanos das mulheres”.

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Dado o grande número de candidaturas recebidas, somente as candidaturas selecionadas serão notificadas. A ONU Mulheres garante oportunidades iguais a todos candidatos e candidatas e incentiva particularmente mulheres, negras e negros, quilombolas, indígenas, juventude, comunidades tradicionais, LGBT, refugiadas e refugiados, pessoas com deficiência e pessoas vivendo com HIV/aids a participarem dos processos seletivos da entidade.

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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