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‘O Outro Lado do Paraíso’ irá mostrar abuso sexual infantil

Saiu no site REVISTA CLAUDIA:

 

Veja publicação original:  ‘O Outro Lado do Paraíso’ irá mostrar abuso sexual infantil

 

Violência doméstica está sendo retratada na novela da TV Globo. Para a próxima frase, eles preparam outro tema importante

 

A novela O Outro Lado do Paraíso começou há pouco tempo, mas já tem acendido um debate importante entre a população, que é a violência doméstica. O autor Walcyr Carrasco, no entanto, quer abordar mais um assunto que segue sendo tabu na dramaturgia brasileira: o abuso sexual infantil.

 

Segundo o Notícias da TV, o tema passará a ser retratado na segunda fase da novela, que começa no dia 24 de novembro, mas alguns sinais do que está por vir já estão sendo mostrados.

 

 

Laura, interpretada pela atriz mirim Luísa Bastos, 9 anos, já demonstrou que não gosta do padrasto, o delegado Vinícius (Flavio Tolezani), em cena que foi ao ar no dia 24 (reveja). Na ocasião, Laura fez questão de ressaltar que ele não é seu pai e se mostrou incomodada quando Vinícius disse que iria para uma festa com “as mulheres mais bonitas”.

A mãe Lorena (Sandra Corveloni) foi abandonada pelo pai da menina e é muito apaixonada pelo marido, o qual ela acredita ter acolhido Laura como uma filha desde que ela era um bebê. Por isso, Lorena fica incomodada e discute com a filha por seu comportamento perante a Vinícius.

 

 

Em breve, o desconforto ficará ainda mais aparente. Em uma cena, ela se negará a sentar ao lado do padrasto para assistir TV. Em outro momento, Vinícius se oferecerá para fechar uma gargantilha em seu pescoço e Laura ficará paralisada, entre outras situações.

 

 

Com a passagem de dez anos entre a primeira e a segunda fase, a atriz Bella Piero, 21 anos, assumirá o papel de Laura, que será uma jovem introspectiva. Ainda não foi divulgado como o tema será apresentado, mas, segundo o Notícias da TV, cenas de flashback serão gravadas para explicar o trauma da menina.

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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