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Músico agride a mulher e é preso por Maria da Penha e posse ilegal de arma

Saiu no site CORREIO BRAZILIENSE

 

Veja publicação original:   Músico agride a mulher e é preso por Maria da Penha e posse ilegal de arma

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Agressão ocorreu numa casa da Península dos Ministros, no Lago Sul. A Polícia Militar encontrou um revólver e munição no local. O agressor foi enquadrado na Lei Maria da Penha e por posse ilegal de arma de fogo

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Por Ailim Cabral

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Mais uma mulher rompeu o silêncio e denunciou o companheiro por violência doméstica no Distrito Federal. O caso aconteceu na QL 12 do Lago Sul, região nobre conhecida como Península dos Ministros. Os policiais militares foram chamados por volta das 22h de sexta-feira (30/11).

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Quando eles chegaram ao local, a mulher, uma professora de 41 anos, se identificou como moradora da casa e contou te sido agredida psicologicamente pelo marido, um músico de 45. E que ele havia se trancado no quarto. Os militares encontraram um revólver calibre .38 com 25 balas. O homem não tinha autorização para ter arma.

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Os militares encaminharam o agressor para a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), onde ele foi enquadrado nos crimes previstos na Lei Maria da Penha e também por porte ilegal de arma de fogo.

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Outros casos 

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Na quinta-feira (29/11), uma mulher foi cruelmente agredida pelo ex-namorado em Taguatinga. Ele a atacou com chutes e socos no hotel onde ela trabalha. As agressões foram registradas pelo circuito interno de TV do estabelecimento. Porém as imagens são tão fortes, que o Correio optou por não divulgá-las em respeito ao leitor.

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A vítima foi levada para o hospital e depois para o Instituto de Medicina Legal (IML), onde passou por exames de corpo de delito. O agressor está foragido. A polícia divulgou fotos dele. Quem souber do paradeiro ou tiver informações que ajudem os investigadores a prendê-lo, pode ligar anonimamente para o 193. As denúncias também podem ser feitas pelos telefones do Centro de Polícia Comunitária e Diretos Humanosda Polícia MIlitar: 3910-1349 e 3910-1350, do Ministério dos Direitos Humanos: 100, e da Central de Atendimento à Mulher: 180.

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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