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Menina que engravidou após ser estuprada por padrasto realiza aborto em MG

Saiu na REVISTA CLAUDIA

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Com assistência médica adequada e seguindo todos os trâmites legais, a menina de 10 anos, que foi estuprada pelo padrasto e engravidou de gêmeos, passou por um procedimento de aborto na manhã desta quinta-feira, 21.

Ela foi internada para a interrupção da gravidez na noite de ontem, 20, em um hospital de Governador Valadares (MG). Segundo informações da Polícia Civil, a criança está bem e permanece na unidade.

Ao G1, a delegada que conduz a investigação do caso, Adeliana Xavier, contou quais serão os próximos passos da polícia. “O material vai ser recolhido pelo IML e, tão logo seja possível, será encaminhado para Belo Horizonte para realização dos exames pertinentes”, disse.

Ela também informou que a prisão provisória do investigado foi decretada ontem, uma vez que ele ainda não foi localizado. “Tão logo tenhamos um mandado, a equipe dará todos os esforços para trazer esse suspeito para prestar declarações aqui na Delegacia de Governador Valadares”, afirmou

Entenda o caso

O crime foi denunciado na terça-feira, 19, pela mãe da menina, que desconfiou do fato da menstruação de sua filha estar atrasada há três meses. Após fazer um teste de gravidez, ela descobriu que a menina estava grávida.

A criança então revelou que vinha sendo abusada pelo padrasto desde os 6 anos. A mulher, que também está grávida do acusado e com quem já tem outros dois filhos, foi tirar satisfação com ele, que a agrediu antes de fugir.

Um inquérito foi aberto pela Polícia Civil na quarta-feira para apurar o caso e localizar o suspeito, que segue sendo procurado.

Veja a Matéria Completa Aqui!

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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