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Juristas lançam o Instituto Justiça de Saias

Notícias - 21 de fevereiro de 2020

Tempo de leitura: 3min

Saiu no site DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO

 

Veja publicação no site original: Juristas lançam o Instituto Justiça de Saias

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Juristas e operadoras do direito se reúnem amanhã, a partir das 18 horas, no Palácio Tangará, no Panamby, em São Paulo, para lançar o Instituto Justiça de Saia.

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Homens que apoiam a causa também estarão presentes.

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Não é pouca coisa.

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O Instituto Justiça de Saia terá uma ação junto à sociedade.

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“Todos os serviços de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres serão concentrados no próprio Instituto, desde atendimento jurídico, psicológico, até médico, estético, restaurador e de empoderamento feminino em várias frentes”, diz o comunicado das organizadoras do instituto.

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“O Instituto Justiça de Saia é dedicado à promoção e defesa dos direitos das mulheres e também privilegia a autonomia financeira feminina, inserindo-as no mercado de trabalho por meio de parcerias com empresas comprometidas com a causa. O trabalho realizado pelo Instituto também terá como foco principal os programas de grupos reflexivos de homens e de fortalecimento da mulher, para a sua ressignificação e resgate de autoestima”, acrescenta.

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Um das organizadoras do Instituto é a advogada Luiza Eluf, procuradora de justiça aposentada e ex-secretária nacional dos Direitos da Cidadania. Luiza é também autora do best seller A Paixão no Banco dos Réus, sobre casos de feminicídio.

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A presidência do instituto caberá à promotora de justiça Gabriela Manssur, e a diretoria contará com a participação de Regina Manssur, advogada, Mário Assumpção Filho, juiz de direito, Andreia Manelli, empresária, Regina Jacomeli, psicóloga, Kátia Boulos, advogada, e Carla Goes, médica, além de Luiza Eluf.

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O comunicado não menciona, mas é natural que estas mulheres promovam debates para ocupar espaço também em um poder que é ainda muito masculino, o Judiciário, e também no sistema de justiça como um todo, que inclui o Ministério Público e a própria OAB.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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