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Júri de Guaratuba condena homem a 23 anos por feminicídio

Saiu no site CORREIO DO LITORAL

 

Veja publicação original:   Júri de Guaratuba condena homem a 23 anos por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Guaratuba condenou nesta quinta-feira (22), um homem que matou a companheira a facadas em 29 de junho de 2017.

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De acordo com a denúncia do Ministério Público do Paraná, o réu atacou a vítima – então com 16 anos de idade – durante uma discussão. Na ocasião, ela estava com a filha do casal, de quatro meses, no colo.

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Acolhendo integralmente as teses do Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu as quatro qualificadoras apontadas: feminicídio, motivo fútil, meio cruel e meio que impossibilitou a defesa da vítima, sendo o crime também agravado pela reincidência (na época dos fatos, o réu já havia sido condenado por tráfico de drogas).

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A pena atribuída ao réu, que está preso desde a época do crime e não poderá recorrer em liberdade, foi de 23 anos e 4 meses de reclusão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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