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Juiz de Fora tem espaço de acolhimento para mulheres vítimas de violência

Notícias - 8 de agosto de 2018

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Veja publicação original: Juiz de Fora tem espaço de acolhimento para mulheres vítimas de violência

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Casa da Mulher reúne diversos setores policiais e educacionais para resolução de conflitos. Lei Maria da Penha completa 12 anos nesta terça (7).

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Nesta terça-feira (7), a Lei Maria da Penha completa 12 anos. O texto pretende punir agressores e minimizar a violência doméstica.

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Em Juiz de Fora, onde a Polícia Civil realizou a operação “Eu não pertenço a você” de combate à violência contra a mulher, um espaço conta com alianças estratégicas das polícias Civil e Militar, Poder Judiciário, Defensoria Pública, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e diversas instituições de ensino: a Casa da Mulher.

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O Centro de Referência foi inaugurado em 2013 e oferece serviços e proteção às mulheres, com maior rigor na punição a cinco tipos de violência nos âmbitos doméstico e familiar: física, sexual, patrimonial, moral e psicológica, além de contar com profissionais para atendimento psicológico, social e orientação jurídica.

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Em junho deste ano foi lançada a Porta da Cidadania, projeto que tem o objetivo de capacitar e qualificar profissionalmente mulheres vítimas de violência, através de cursos, abordando desde informações básicas sobre o ingresso no mercado de trabalho até habilidades específicas e de gestão.

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Operação da Polícia Civil

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Na operação desta terça, mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos. No âmbito do 4º Departamento de Polícia Civil, até o início da tarde foram três prisões em Ubá, uma em Juiz de Fora, outra em Muriaé e mais uma em Miraí.

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Além dos cumprimentos de mandados, os policiais também estão realizando visitas tranquilizadoras, que consistem em percorrer os endereços das vítimas mais recentes de agressão para saber se a medida protetiva está sendo cumprida.

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Segundo dados da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), ao longo de todo o ano passado foram registradas 708 medidas e, neste ano, em apenas sete meses, já foram quase mil medidas protetivas.

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“Só este ano já foram quase mil medidas protetivas. As mulheres estão mais confiantes em denunciar e não apenas pedir as medidas, mas também representar criminalmente contra os agressores”, afirmou a titular da Deam, delegada Angela Fellet.

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Para a delagada, o aumento não significa que a violência contra a mulher aumentou, e sim que as mulheres estão mais confiantes em denunciar os abusos e agressões que têm sofrido. “Uma lei nova, que entrou em vigor em abril deste ano, determina que descumprimento de medida protetiva pode resultar em prisão em flagrante e é considerado crime inafiançável”, concluiu.

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