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João de Deus recomendava abstinência sexual por 40 dias a pacientes

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA

 

Veja publicação original:    João de Deus recomendava abstinência sexual por 40 dias a pacientes

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Orientação estão documentadas em monografia de pesquisadora

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João de Deus recomendava a seus pacientes que se abstivessem de sexo até 40 dias após o tratamento. O período seria uma referência simbólica aos 40 dias que Jesus passou jejuando no deserto.

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Segundo ele, a abstinência sexual serviria para evitar o gasto de energia, facilitando a recuperação. Ele ainda recomendava aos pacientes não consumir carne de porco, pimentas, álcool e ovo.

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As orientações estão registrados no livro Curas Paranormais Realizadas por João Teixeira de Faria, uma monografia feita pela pesquisadora Alfredina Savaris, com a autorização do médium.

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João de Deus é investigado por abusos sexuais de centenas de mulheres durante atendimentos espirituais. Ele está preso preventivamente no Núcleo de Custódia, em Aparecida de Goiânia, e teve habeas corpus negado na última terça-feira (18).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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