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Homem esfaqueia ex, abre fogo em igreja e mata três em Minas

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA

 

Veja publicação original:  Homem esfaqueia ex, abre fogo em igreja e mata três em Minas

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Assassino atingiu mulher no pescoço com uma faca e atirou em fiéis em templo evangélico, onde fez mais três vítimas

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Um homem identificado como Rudson Aragão Guimarães matou a ex-namorada e depois atirou contra fiéis de uma igreja evangélica na noite desta terça (21). A chacina aconteceu em Paracatu, região noroeste de Minas Gerais.

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De acordo com as informações preliminares da Polícia Militar, a intenção do homem de 39 anos era matar o pastor do templo, que seria o novo marido de sua ex-companheira.

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A corporação também informou que a mulher foi morta na casa da mãe dele. Armado com uma faca, ele golpeou a mulher no pescoço. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

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Em seguida, por volta das 21h, Rudson pulou a grade de proteção da Igreja Batista Shalom e atirou contra os fiéis que participavam de um culto.

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A polícia foi até o local e o homem fez uma vítima refém. Ele matou a pessoa e depois acabou sendo atingido pelos soldados. Ao todo, três pessoas foram mortas: duas mulheres e o pai do pastor. O assassino foi conduzido para o hospital, onde está em estado grave.

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A PM disse que pessoas tentaram invadir o hospital para matar o homem, mas foram contidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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