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Hashtags contra o assédio sexual foram destaque no Instagram em 2018

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA

 

Veja publicação original: Hashtags contra o assédio sexual foram destaque no Instagram em 2018

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Plataforma divulgou retrospectiva do ano e mostra quais hashtags foram mais usadas

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Em clima de retrospectiva, a rede social Instagram acaba de divulgar quais foram as principais tendências de 2018 na plataforma. Entre os destaques foram as hashtags de movimentos contra o assédio sexual, entre elas #metoo e #timesup.

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O movimento social #MeToo foi compartilhado 1,5 milhão de vezes. A hashtag ganhou notoriedade em 2017 após uma onda de denúncias via redes sociais de assédio sexual praticado principalmente no ambiente de trabalho. Diversas celebridades aderiram à campanha, que cresceu com a acusação contra o produtor de cinema Harvey Weinstein.

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Já a expressão #TimesUp teve 597 mil compartilhamentos. O movimento contra o assédio sexual foi fundado em 1º de janeiro de 2018 por celebridades de Hollywood em resposta ao efeito Weinstein (tendência mundial de pessoas trazerem a público acusações de abuso sexual perpetrados por homens famosos ou poderosos) e ao #MeToo. Em fevereiro de 2018, levantou US $ 20 milhões para seu fundo de defesa legal e reuniu mais de 200 advogados voluntários.

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Outro movimento social muito compartilhados foi o #marchforourlives (562 mil), que foi uma demonstração liderada por estudantes em apoio ao controle mais rigoroso de armas que ocorreu em 24 de março de 2018, em Washington, D.C., com mais de 800 eventos de irmãos nos Estados Unidos e em todo o mundo.

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As hashtags mais usadas no Brasil

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No Brasil, a tendência do ano foi relembrar os bons momentos e fazer retrospectivas, já que #tbt foi a hashtag mais usada pelos brasileiros em 2018. No país do futebol e do Carnaval, não podia ser diferente: #carnaval2018 e #copadomundo estão entre as hashtags que mais cresceram. Confira o ranking brasileiro:

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Top 5 Hashtags mais usadas no Brasil:

  • #tbt
  • #love
  • #brasil
  • #amor
  • #instagood

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Top 5 hashtags que mais cresceram no Brasil:

  • #brasil
  • #modafeminina
  • #carnaval2018
  • #copadomundo
  • #lookdodia

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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