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Frases que as mulheres estão cansadas de ouvir desmistificadas pelas personagens de Star Wars

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Veja publicação original: Frases que as mulheres estão cansadas de ouvir desmistificadas pelas personagens de Star Wars

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Seja aqui ou em outras galáxias, as mulheres parecem continuar ouvindo as mesmas frases clichês. Há desde quem diga que elas devem ganhar menos porque engravidam, até quem ache que mulher tem que ser delicada. Como assim, minha gente?

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Para desmistificar essas bobagens, a gente traz algumas das mulheres mais incríveis do universo de Star Wars mostrando que uma mulher pode ser o que ela quiser. Ainda bem!

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“Mulheres precisam ser submissas”

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Lembra da Jyn Erso, de Rogue One – Uma História Star Wars? Se ela tivesse aceitado as coisas como elas são e encarasse um papel submisso, os rebeldes nunca conseguiriam elaborar os planos que eventualmente seriam usados para destruir a Estrela da Morte. APENAS isso.

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Ser submissa? Não, obrigada!

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Isso é uma rebelião, não é? Eu me rebelo.

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“Mulheres são mais fracas do que os homens”

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Rey apareceu pela primeira vez em Star Wars: O Despertar da Força, mas tem uma história que poderia render uma saga inteira só pra ela. Obstinada, a personagem deixou de ser catadora de lixo para se tornar uma Jedi. Quando alcançou esse objetivo, enfrentou um novo desafio: o de encarar as regras arcaicas impostas pelos próprios Jedi. Dá para ser mais maravilhosa do que isso?

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“Mulheres não são boas líderes”

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Quem acha isso é porque certamente não conhece a General Leia Organa, de Os Últimos Jedi. Talvez ela seja uma das personagens mais importantes de toda a saga, tendo passado por diversos papéis ao longo das produções, como lembra essa reportagem publicada pelo New York Times – ela já foi princesa, rebelde e se tornou uma general respeitada que sabe muito bem como comandar seu exército. É polivalente que fala?

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“Política não é coisa de mulher”

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Já imaginou o que seria de Star Wars sem a Rainha Padmé Amidala? Seu mandato como rainha de Naboo chegou a ser prolongado e a população pedia por mais uma reeleição, mas ela decidiu mesmo se tornar senadora do Senado Galáctico.

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Então é assim que a liberdade morre. Com aplausos estrondosos.

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“Mulheres devem ser delicadas”

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Qi’ra é talvez uma das personagens mais enigmáticas da saga até o momento. Depois de aparecer em Han Solo, ela despertou a curiosidade dos fãs. Sua história é a de uma sobrevivente e tudo que ela faz reflete isso. Independente, a parceira de crime (e par romântico) de Han não se adequa aos estereótipos e mostra uma personalidade versátil para se adaptar a qualquer adversidade que a galáxia imponha.

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Nós precisamos de uma nave. via

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“As mulheres são muito emotivas”

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Você não pode estar falando sério, né?

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Quem assistiu Star Wars: Os Últimos Jedi deve lembrar que Poe Dameron passa o filme inteiro histérico, enquanto a Almirante Amilyn Holdo arrasa mantendo a calma e bola aquele plano especial para salvar todo mundo. Quem ainda não viu o filme, pode aproveitar que este mês ele estreia no Telecine Play  e acompanhar de perto esse mulherão arrasando. <3

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Que a força esteja sempre com você.via

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Preliminares rejeitadas Ao analisar o caso, a relatora, desembargadora Lucimeire Maria da Silva, afastou inicialmente a alegação de inépcia da inicial. Segundo a magistrada, a petição apresentou de forma lógica a causa de pedir e os fatos e fundamentos jurídicos necessários ao exercício do contraditório. Também rejeitou a alegação de cerceamento de defesa. O voto destacou que os réus participaram virtualmente da audiência e tiveram oportunidade de prestar depoimento pessoal, mas a produção da prova foi inviabilizada por eles próprios. Conforme registrado na ata, os réus foram instados três vezes a abrir a câmera. Quando um deles finalmente o fez, constatou-se que ambos estavam no mesmo ambiente. Mesmo após duas determinações para que permanecessem separados, de modo a preservar a incomunicabilidade entre os depoentes, eles não atenderam à ordem. Provas da espionagem No mérito, a desembargadora afastou a alegação de insuficiência de provas. Além da perícia realizada no aparelho, destacou os depoimentos que descreveram como ocorreu a instalação do programa e a forma de acesso às informações. Conforme ressaltou, tanto a vítima quanto os informantes afirmaram que os réus chegaram a mostrar à mulher informações e imagens obtidas pelo aplicativo, em uma espécie de intimidação. Para a relatora, o conjunto probatório demonstrou suficientemente que a mulher foi submetida a reiterada perseguição pelo ex-companheiro e pelo filho, que instalaram o aplicativo para monitorar suas ligações, localização e outros dados pessoais. Violação da intimidade Ao analisar a responsabilidade civil, a magistrada considerou que o monitoramento clandestino representou ingerência abusiva na esfera privada da mulher e violou direitos da personalidade, especialmente a intimidade, a vida privada e a liberdade individual. Segundo o voto, a instalação de mecanismo de vigilância sem consentimento caracterizou ato ilícito, nos termos do art. 186 do CC. Comprovados também o dano e o nexo causal, incidiu o dever de indenizar previsto no art. 927. A relatora o dano moral in re ipsa. De acordo com ela, a gravidade da violação à esfera íntima torna desnecessária a demonstração específica do prejuízo. Conforme afirmou, a vigilância constante, mediante interceptação de dados pessoais e monitoramento da rotina, ultrapassou mero dissabor e atingiu a dignidade, a autonomia e a segurança emocional da vítima. Violência doméstica Outro ponto destacado foi o enquadramento da conduta na lei Maria da Penha. Para a magistrada, o vínculo familiar não reduz a gravidade dos fatos, ao contrário, aumenta a reprovabilidade do comportamento, diante dos deveres de lealdade, respeito e proteção esperados nas relações familiares. A relatora observou que a instalação do aplicativo para acompanhar comunicações, deslocamentos e a rotina da mulher constitui forma de controle abusivo e invasivo no âmbito familiar. Assim, enquadrou a prática nas modalidades de violência psicológica e moral previstas no art. 7º da lei 11.340/06. Segundo o voto, a vigilância clandestina submeteu a vítima a situação de permanente controle e violação de sua esfera íntima, afetando diretamente sua liberdade e integridade psíquica. “A utilização de mecanismos tecnológicos para vigilância não autorizada intensifica a reprovabilidade do comportamento, evidenciando dolo e deliberada intenção de controle”, registrou. Indenização majorada Ao examinar o recurso da vítima, a relatora concluiu que os R$ 5 mil fixados contra cada réu eram insuficientes diante das circunstâncias do caso. Segundo o voto, a definição do dano moral deve considerar a situação das partes, a extensão do dano e a gravidade da culpa, além de observar os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, sem permitir enriquecimento sem causa nem reduzir a condenação a montante incapaz de cumprir sua função preventiva e corretiva. No caso, a desembargadora classificou a conduta dos réus como “extremamente reprovável” e destacou o real constrangimento imposto à vítima. Assim, fixou a reparação em R$ 6 mil por réu, totalizando R$ 12 mil, valor considerado mais adequado para compensar a violação aos direitos da personalidade e desestimular novos atos ilícitos. O entendimento foi acompanhado pelo colegiado. Processo: 0710401-64.2022.8.07.0005 Epa! Vimos que você copiou o texto. Sem problemas, desde que cite o link: https://www.migalhas.com.br/quentes/462340/filho-e-ex-indenizarao-por-espionar-celular-de-mulher-apos-termino

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