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Filtros no Instagram: a modelo por trás da campanha #filterdrop, pela exibição de ‘peles reais’

Saiu no Site BBC NEWS. 

Veja a Publicação Original.

Filtros de aplicativos de celular têm se tornado cada vez mais populares para mudar fotografias e selfies, especialmente por aqueles que querem se mostrar mais dentro dos padrões convencionais de beleza no mundo das redes sociais.

Uma pesquisa recente, feita pelo grupo Girlguiding, descobriu que cerca de um terço das jovens não publica fotos suas nas mídias sociais sem antes usar um filtro que modifica a sua aparência.

Das 1.473 jovens entrevistadas, com idades de 11 a 21 anos, 39% disseram se sentir infelizes por não se parecerem na vida real com as imagens que publicam de si mesmas na internet.

A pesquisa reflete as preocupações da modelo e maquiadora Sasha Pallari, que recentemente lançou a hashtag #filterdrop, na esperança de ver mais “peles de verdade” no Instagram.

“Eu pensei ‘alguém já percebeu o quão perigoso é isso?'”, ela afirma, lembrando de uma vez que viu uma marca global de beleza republicando um conteúdo com filtros feito por uma influencer.

Veja a Matéria Completa Aqui!

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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