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Filósofa e ‘rainha’ do feminismo negro Angela Davis vem ao Brasil em outubro

Saiu no site HYPENESS

 

Veja publicação original:   Filósofa e ‘rainha’ do feminismo negro Angela Davis vem ao Brasil em outubro

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Angela Davis já está com data marcada para voltar ao Brasil. Depois de breve passagem por Salvador, onde discursou na reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o ícone do feminismo negro desembarca no Rio de Janeiro e São Paulo para lançar um novo livro.

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De acordo com informações de Mônica Bergamo, a norte-americana promove, em outubro, o livro ‘Uma Autobiografia’e participa da conferência ‘Liberdade é uma Luta Constante’, parte do ‘Seminário Internacional Democracia em Colapso’, promovido pela editora Boitempo e o Sesc SP.

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Pantera negra, inspiração e na ativa 

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Aos 75 anos, Angela Davis segue ativa e envolvida em diferentes frentes, que em comum possuem a luta pela emancipação negra e a liberdade. Duas publicações de sua autoria, ‘Mulheres, Raça e Classe’‘Mulheres, Cultura e Política’arrebataram o público no Brasil nos últimos anos.

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Sua postura abriu o caminho para o surgimento de novas correntes do feminismo negro e expoentes como a assistente social e mestranda soteropolitana Carla Akotirene, que lançou há pouco o livro ‘O Que é Interseccionalidade’, parte da série ‘Feminismos Plurais’ da editora letramento.

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Ativista dos Panteras Negras e ex-membra do Partido Comunista na década de 1960, Davis chegou a ser presa, perseguida pelo FBI e acusada de conspiração. Em entrevista recente ao El País, ela afirmou que “o racismo hoje volta a ser mais violento e explícito”.

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A filósofa, porém, ressaltou os movimentos contrários de esquerda. “Como #MeToo e Black Lives Matter são resultado do trabalho de várias gerações. A percepção da injustiça e da desigualdade é mais profunda”, concluiu.

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Para conhecer mais sobre a trajetória de Angela Davis, o Hypeness recomenda o documentário ‘Libertem Angela Davis’, lançado por Shola Lynch, em 2014.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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