HOME

Home

Exposição sobre relacionamentos abusivos pode ser vista até sexta-feira na Fundec

Saiu no site G1

 

Veja publicação original:  Exposição sobre relacionamentos abusivos pode ser vista até sexta-feira na Fundec

.

Mostra conta com fotos de garotas retratadas, em um visual contemporâneo, como vítimas de violência causada por relacionamentos abusivos.

.

Os sorocabanos podem conferir até esta sexta-feira (14) a exposição fotográfica do projeto “A Marca na Rosa”, na Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba (Fundec).

.

A mostra conta com imagens de garotas retratadas, em um visual contemporâneo, como vítimas de violência causada por relacionamentos abusivos.

.

O objetivo do projeto é contribuir para que os jovens tenham uma melhor compreensão do que é um relacionamento abusivo e, assim, diminuir o número de meninas vítimas de agressões, principalmente cometidas por namorados ou companheiros, esclarecendo os malefícios causados por relacionamentos ciumentos e conturbados.

.

A ideia partiu da estudante Estéfany Vitória Saez, de 18 anos, que vivenciou um relacionamento abusivo e percebeu que deveria falar abertamente sobre a experiência pessoal para que a mesma situação não se repetisse com outras meninas. Pensando nisso, a jovem procurou o poder público para que juntos pudessem criar uma ação para levar o assunto às escolas.

.

As fotos da exposição também têm trechos do poema “A Marca na Rosa”, escrito por Estéfany. A mostra ainda conta com um banner do violentômetro, que orienta as mulheres a prestarem atenção em comportamentos e ações que podem evoluir para ofensas, ameaças e abuso sexual.

.

Mais informações sobre o projeto podem ser obtidas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pelo telefone (15) 3229-3440 da Coordenadoria da Mulher. A Fundec está localizada na Rua Brigadeiro Tobias, 73, no Centro.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME