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Em três anos, Patrulha Maria da Penha de Suzano realizou 23 prisões por desobediência de medidas protetivas

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Veja publicação original:  Em três anos, Patrulha Maria da Penha de Suzano realizou 23 prisões por desobediência de medidas protetivas

 

atrulha completou três anos nesta terça-feira (17). Nesse período foram feitas aproximadamente 26 mil visitas a domicílio, segundo Prefeitura.

 

Em três anos de atuação, a Patrulha Maria da Penha de Suzano já atendeu mais de mil vítimas de violência doméstica acompanhadas por meio de medidas protetivas, segundo a Prefeitura. Neste período, 23 prisões foram realizadas por desobediência de agressores com determinações judiciais que determinavam distância mínima das vítimas.

A patrulha é vinculada à Guarda Civil Municipal (GCM), da Secretaria Municipal de Segurança Cidadã, e comemora 3 anos de existência neste mês de outubro. Ao longo deste tempo, aproximadamente 26 mil visitas a domicílio foram cumpridas pelos agentes de segurança pública municipal como medida preventiva.

Só neste ano, pelo menos duas mulheres morreram em Suzano vítimas de violência doméstica. Um dos casos foi em junho, quando um montador foi preso após matar a ex-mulher a facadas na frente do filho. Vizinhos contaram à polícia que o homem não aceitava separação e novas amizades da ex-mulher.

Em setembro, um veterinário matou a mulher e depois se matou. Testemunhas contaram que os dois estavam em processo de separação e que brigavam por causa da divisão dos bens.

O sistema integrado de acolhimento em Suzano é composto pela Comissão da Mulher Advogada – Anexo de Violência Doméstica Contra a Mulher; pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher; pelo Centro Especializado de Assistência Social (Creas); pela Casa de Acolhimento; bem como pela Patrulha Maria da Penha, braço da Secretaria de Segurança Cidadã

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