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Diretores da APMP participam de reuniões das comissões nacionais de Mulheres e Aposentados do MP

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Veja publicação original:   Diretores da APMP participam de reuniões das comissões nacionais de Mulheres e Aposentados do MP

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Os encontros aconteceram em 5/9, em Goiânia (GO), durante as atividades do 23º Congresso Nacional do MP. Gabriel Bittencourt Perez, 2º vice-presidente, e Maria Gabriela Prado Manssur, Diretora da APMP Mulheres, foram os representantes da APMP

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A diretoria da Associação Paulista do Ministério Público (APMP) esteve presente e representada nas reuniões das comissões nacionais da Associação Nacional de Membros do Ministério Público (CONAMP), de aposentados e de mulheres, que aconteceram em 5 de setembro, em Goiânia (GO), durante as atividades do 23º Congresso Nacional do MP. Gabriel Bittencourt Perez, 2º vice-presidente, e Maria Gabriela Prado Manssur, Diretora da APMP Mulheres,  participaram dos encontros, que contaram com debates de importantes temas para a classe.

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A pauta da reunião da comissão de aposentados tratou de assuntos referentes à organização associativa nos estados e também sobre a manutenção de uma política remuneratória em simetria com o Judiciário. Também foram discutidas estratégias de atuação em relação às proposições que tramitam no parlamento brasileiro, como a reforma da previdência (PEC 06/19).

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Já a comissão das mulheres discutiu sobre um questionário proposto às associações afiliadas à CONAMP de identificação do perfil das associadas por estado. Discutiu-se ainda a apresentação ao conselho deliberativo da CONAMP de iniciativas de fomento ao protagonismo de procuradoras e promotoras de Justiça no Ministério Público de todo o país e frente à sociedade civil.

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A comissão de mulheres organizou ainda o painel “Equidade de Gênero: Desafios, Conquistas e Perspectivas”, que teve a participação ativa da diretora Maria Gabriela Manssur, e integrou a programação oficial do Congresso Nacional do MP. Presidida pela coordenadora da comissão de mulheres, Nayani Kelly Garcia, a mesa de debates que contou com a presença, além de Gabriela Manssur, das promotoras de Justiça Ivana Farina Navarrete Pena, Ivana Machado Bataglin e Livia Maria Santana Vaz. Durante o painel, dirigentes associativos assinaram uma moção de compromisso em criar comissões e/ou diretorias específicas de mulheres nas afiliadas à CONAMP. As associações que já possuem órgão semelhante, como é o caso da APMP, assinaram o documento firmando o propósito de apoio à causa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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