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Mãos emPENHAdas capacita no dia 16/9 salões de beleza para combater violência contra mulher

Saiu no site O REPÓRTER REGIONAL

 

Veja publicação original:  Mãos emPENHAdas capacita no dia 16/9 salões de beleza para combater violência contra mulher

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O projeto “Mãos emPENHAdas” foi desenvolvido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS)

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A Secretaria Municipal da Mulher convida profissionais de beleza e estética de Embu das Artes para participar do projeto “Mãos emPENHAdas – contra a violência”, uma capacitação que tem o objetivo de lhes oferecer conhecimento para a percepção de sinais de violência doméstica contra a mulher que possam existir entre suas clientes.

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A capacitação gratuita será ministrada pela promotora de Justiça, Gabriela Manssur, e acontecerá no dia 16/9 (segunda-feira), das 10h às 12h, na Câmara Municipal de Embu das Artes. Poderão participar cabeleireiros, esteticistas, depiladoras, manicures, maquiadoras, entre outras. Não é necessário se inscrever e haverá emissão de certificado.

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A intenção do projeto é que profissionais tornem-se agentes multiplicadores de informação para o combate à violência contra a mulher, auxiliando esse público no aconselhamento e direcionamento à rede de serviços públicos especializados existentes, que cuidam desses casos. Os tipos de violência contra elas podem ser identificados como físico, sexual ou psicológico, como, por exemplo, por meio da humilhação, do controle financeiro e do machismo.

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Segundo a promotora Gabriela Manssur, o projeto tem um potencial grande de êxito pois abre mais um espaço de acolhimento para mulheres, munindo-as de conhecimento e possibilitando uma solução que pode salvar suas vidas.

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“Clientes vão com frequência ao cabeleireiro e profissionais de salão acabam se tornando pessoas íntimas e de confiança, e essa aproximação pode favorecer a revelação delas de estarem sofrerendo algum tipo de violência. O papel nesse momento é de ouvir, dar sugestões e indicar saídas, sem julgar, informando-as sobre as redes de apoio”, afirma a promotora.

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O projeto “Mãos emPENHAdas” foi desenvolvido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS). Aqui no estado de São Paulo está sendo aplicado pela iniciativa do Tribunal de Justiça de São Paulo e, em Embu das Artes, em parceria com a Secretaria Municipal da Mulher. Foi idealizado pela juíza Jaqueline Machado, do TJ-MS, e chegou a São Paulo por meio do juiz Mario Rubens Assumpção Filho e da promotora de Justiça Gabriela Manssur.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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