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Diálogo Brasil-Austrália: Prevenção à violência doméstica

Saiu no site CNJ

 

Veja publicação original:   Diálogo Brasil-Austrália: Prevenção à violência doméstica

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A prevenção à violência doméstica será o assunto da mesa-redonda entre especialistas no tema, autoridades do Sistema de Justiça e da Austrália na próxima quarta-feira (22/5), no Supremo Tribunal Federal (STF). O evento Diálogos Brasil-Austrália: prevenção à violência doméstica” é uma realização do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Embaixada da Austrália no Brasil. Faça a inscrição aqui.

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A finalidade do debate é contribuir para o compartilhamento das políticas públicas de prevenção à violência doméstica e familiar contra a mulher e das ações e projetos na área do combate à violência doméstica praticados na Austrália, para possibilitar o aperfeiçoamento dos trabalhos desenvolvidos no Brasil. Está prevista também a identificação de ferramentas para auxiliar o desenvolvimento de políticas públicas de enfrentamento à violência contra as mulheres, incluindo grupos mais vulneráveis como mulheres indígenas e imigrantes.

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Entre os participantes do encontro, estão: a comissária para Discriminação Sexual da Austrália, Kate Jenkins; ministro Rogério Schietti Cruz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ); conselheira Daldice Santana, supervisora da Política Judiciária Nacional de enfrentamento à Violência contra a Mulher do CNJ e o promotor de Justiça Thiago Pierobom, do Ministério Público do Distrito Federal, além da socióloga Ana Paula Antunes Martins, da Universidade de Brasília (UnB).

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Serviço:

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Local: Supremo Tribunal Federal (Sala de Sessões da 1ª Turma)
Data: 22/05/2019
Horário: 9h às 11h
Público-alvo: magistrados, promotores de justiça, defensores públicos, psicólogos, assistentes sociais e público em geral

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Agência CNJ de Notícias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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