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Covas sanciona lei que preve auxilio-aluguel a vítimas de violência domestica em SP

Saiu no site G1

Veja a republicação original: Covas sanciona lei que preve auxilio-aluguel a vítimas de violência domestica em SP

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), sancionou nesta quinta-feira (19) o projeto de lei que prevê concessão de auxílio-aluguel às mulheres vítimas de violência doméstica.

Publicada no Diário Oficial desta quinta (19), a lei deverá ser regulamentada no prazo de 120 dias.

Pelo texto, o benefício será concedido às mulheres atendidas por medida protetiva, por 12 meses, prorrogável apenas uma vez por igual período, mediante justificativa técnica.

O projeto foi sancionado com vetos aos artigos que estipulavam teto de valores e renda, e outro que exigia comprovação de violência. De autoria do vereador Eduardo Tuma (PSDB), o PL foi aprovado na Câmara no dia 12 de fevereiro.

Violência doméstica

Conforme reportagem publicada no G1, no ano passado, a Justiça concedeu 120.456 medidas protetivas de urgência em razão de casos de violência doméstica em todo.

Em 2018, foram 90.092 medidas foram determinadas judicialmente nos municípios paulistas. Na comparação com 2017, o aumento percentual registrado em 2019 foi de 45%.

Uma única decisão judicial pode conceder uma ou mais de uma modalidade de medida protetiva.

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Justiça concede medida protetiva a mulher vítima de ‘stalking’ em São Paulo

Justiça concede medida protetiva a mulher vítima de ‘stalking’ em São Paulo

De acordo com o Tribunal de Justiça, ao longo de 2019, os três tipos mais comuns dessas medidas foram: proibição de aproximação da ofendida, familiares e testemunhas, fixando o limite de distância, com 44.051 casos; proibição de contato com a ofendida (40.363) e afastamento do lar (15.660).

Todas esses três medidas protetivas foram determinações judiciais endereçadas a suspeitos de casos de violência doméstica.

A Justiça também adota medidas endereçadas à vítima ou aos seus dependentes, como filhos, por exemplo. Segundo o Tribunal de Justiça, a mais comum delas, em 2019, foi o encaminhamento a programa oficial ou comunitário de proteção ou de atendimento, com 1.894 registros.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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