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Conhecimento sobre HIV é maior entre mulheres com renda mais elevada, diz UNAIDS

Saiu no site ONU BR

Veja a publicação original: Conhecimento sobre HIV é maior entre mulheres com renda mais elevada, diz UNAIDS

 

O acesso universal a uma educação sexual abrangente e de qualidade é crucial, especialmente para os jovens. Permite que os jovens sejam empoderados para tomar decisões coerentes enquanto exploram sua sexualidade e relacionamentos. Isso os ajuda a adquirir as habilidades e os valores de respeito mútuo, tolerância, igualdade de gênero e não-violência, e os oferecem o conhecimento necessário para proteger sua saúde e seu bem-estar de maneira mais eficaz.

Os níveis de conhecimento sobre o HIV variam entre países, dependendo do contexto nacional e local, geralmente estão associados a desigualdades sociais e econômicas. Em muitos países, os níveis de conhecimento abrangente e correto do HIV entre as adolescentes e mulheres são baixos, mas tendem a ser mais baixos entre aquelas que vivem na pobreza e com níveis mais baixos de educação. Os níveis de conhecimento também são mais baixos entre as mulheres que vivem em zonas rurais do que entre as que vivem em áreas urbanas.

Veja mais detalhes no gráfico abaixo:

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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