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BEM PHYNA LEILOA BOLSAS VINTAGE PARA AJUDAR MULHERES NA PANDEMIA

Saiu no site Hapers Bazaar

Veja a publicação original: BEM PHYNA LEILOA BOLSAS VINTAGE PARA AJUDAR MULHERES NA PANDEMIA

 

O rosto e a mente por trás do brechó Bem PhynaGabri Abuleac, que abriu seu apartamento em São Paulo e mostrou seu estilo pessoal na edição de abril da Bazaar, promove, a partir desta semana, em parceria com Cecilia Tanure, um leilão online beneficente para apoiar mulheres neste período de pandemia do coronavírus.

O Leilão Phyno reúne 23 bolsas de marcas como PradaFendiGucci,Valentino e Jacquemus, doadas por amigas e clientes apoiadoras da causa, que terão preços iniciais de R$ 100 a R$ 1 mil. Toda a renda será revertida para duas iniciativas: Justiceiras (canal gratuito no WhatsApp que conecta médicas, psicólogas e assistentes sociais voluntárias com mulheres vítimas de violência doméstica)  e Boleto +1 (rede de suporte financeiro que ajuda trabalhadoras informais ou autônomas a pagar boletos).

A partir desta quinta-feira (16.04), as bolsas serão postadas no feed da página do Bem Phyna no Instagram e os lances serão feitos nos comentários do próprio post, com toda a transparência possível.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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